sexta-feira, 25 de setembro de 2015
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
“Os Dez Mandamentos” supera Globo pela primeira vez no ibope

O episódio de “Os Dez Mandamentos” da última quinta-feira (17) conseguiu ultrapassar a audiência da novela “A Regra do Jogo” e marcou algo inédito na TV brasileira: pela primeira vez uma novela da Record supera a novela da Globo no Ibope.
A audiência da novela bíblica foi de 20,9 pontos de média entre 21h40 e 21h53, período onde a novela da Globo foi de 19,7 pontos. A média do horário também deu vantagens para a Record, conseguiu 20 pontos, audiência superior ao registrado pelos programas Jornal Nacional e a A Regra do Jogo que são exibidos durante o horário de Os Dez Mandamentos.
O horário de maior audiência da trama escrita por Vivian de Oliveira foi quando o rei Ramsés (Sérgio Marone) deixou que a vilã Yunet (Adriana Garambone) voltasse a morar no palácio. Ela havia sido expulsa após ser desmascarada como a responsável pelos abortos da princesa Henutmire (Vera Zimmermann).
Mas a atração tem aumentando consideravelmente sua audiência desde quando começou a exibir as dez pragas do Egito, sinais de Deus em resposta a recusa de Ramsés em liberar os hebreus.
Na quarta-feira a novela bíblica também se destacou em relação à novela da Globo, foram 21 pontos contra 20 da emissora carioca na Grande São Paulo e no Rio de Janeiro foi 23 pontos a 21.
Israel revida bombardeio de grupo ligado ao Estado Islâmico

Durante as últimas semanas cresceu muito o clima de guerra entre israelenses e palestinos. Primeiramente foram ataques individuais a judeus e turistas que visitavam o Monte do Templo.
O governo de Israel acabou coibindo os militantes palestinos e mulheres que tentavam diariamente impedir o acesso ao local de “não muçulmanos”. Poucos dias depois, ataques contra a polícia israelense resultaram em um princípio de incêndio nas mesquitas de Al Aqsa.
Uma vez que o local onde ficam o que os muçulmanos chamam de “Nobre Santuário” oficialmente permanece sob o domínio da Jordânia, as reações foram imediatas.
O rei jordaniano Abdullah II afirmou que a ação é uma ameaça à paz no Oriente Médio. Por sua vez, o rei da Arábia Saudita, Salman bin Abdul Aziz, condenou o que chama de “violação dos locais sagrados dos muçulmanos”. O presidente egípcio, Abdel Fatah al Sissi, quase imediatamente fez coro, criticando a ação israelense.
Essas críticas e ameaças veladas remetem os judeus à Guerra de 1967 ou Guerra dos seis dias, quando Israel foi atacado pela coalizão formada por Jordânia, Egito, Síria e Iraque.
No momento, Síria e Iraque estão, em parte, dominados pelo Estado Islâmico, grupo extremista que tem ameaçado constantemente atacar Israel. Em julho fez seus primeiros bombardeios a partir do Egito.
O líder do Hamas, Fathi Hamad, disse ontem, em um comício que seu grupo não tem comprometimento com a trégua feita com Israel em 2014. “O Hamas libertará a Mesquita de al Aqsa daqui, no máximo, três anos”.
Enquanto o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, pedia calma a israelenses, a violência atingiu um novo patamar nos últimos dois dias. Na noite de sexta, a Jihad Islâmica, grupo palestino aliado do Estado Islâmico em Gaza lançou foguetes contra a região sul de Israel.
Neste sábado (19), Israel revidou com ataques aéreos na Faixa de Gaza, tendo como alvo locais estratégicos de terroristas da Jihad Islâmica, e não deixou pessoas feridas.
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