quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Novo Código Penal é um convite a pedofilia e prostituição, afirma Marco Feliciano

O deputado federal, Pastor
Marco Feliciano, criticou o projeto para o novo Código Penal Brasileiro. No
texto publicado hoje em seu blog, o parlamentar chama a atenção para o
retrocesso caso o projeto seja aprovado. Marco também afirma que o projeto é uma
prova de “má-fé e demagogia” e “uma forma macabra de aprovar leis através de
argumentos falaciosos”.
O deputado também critica o Governo por apesar de ter banido o “kit gay”
estar servindo de “carro-chefe de um projeto que pretende derrubar os valores
familiares”.
“Se faltasse alguma coisa para evidenciar a má-fé, já não falta mais. A
agenda do PLS é a prova maior, o argumento que institui o desejo de dissolver
toda e qualquer manobra contrária a aprovação. Até 5 de setembro os
parlamentares deverão ter apresentado as emendas ao PLS, logo, de 21 a 27 do
mesmo mês, deverão ser elaborados os votos do relatório e por fim, de 28 de
setembro a 4 de outubro deverá ser a votação do parecer final. Uma prova
consistente da demagogia da lei, que querem aprovar o mais rápido possível —
antes que a sociedade desperte”, escreveu o pastor.
O pastor também comentou a intenção dos ativistas gays, que chamou de
ditadura gay disfarçada, de aprovarem suas “leis de privilégio” a qualquer
custo. Para o Pastor Marco Feliciano, há uma “insistência desleal dos ditos
movimentos pela igualdade em aprovar leis que ainda não foram discutidas”.
O parlamentar também lembrou o PLC
122/2006 que continua em discussão no Congresso Nacional, mas que tem uma
versão apresentada no texto do novo projeto.
“O texto vem também com uma ‘amostra grátis’ do que pretende o governo, ao
vincular artigos de temas polêmicos como os trechos que ampliam as
possibilidades de aborto legal, descriminalização do plantio e o porte de
maconha para consumo, além da eutanásia, do favorecimento a pedofilia e a
legalização da prostituição, por exemplo. A proposta do Governo é tornar o país
um lugar para pedófilos, prostitutas e maconheiros”, conclui.
Marco também falou sobre o senador Magno Malta, dizendo que ele é o
representante da Bancada Evangélica contra este projeto e pediu que seus
leitores liguem para o Senado manifestando o repúdio ao texto.
domingo, 12 de agosto de 2012
BATISMO - 11.08.12
Cumprimos mais uma parte do Ide de Jesus, 9 vidas foram Batizadas para Honra e Glória do Mestre.
PARABÉNS A TODOS ELES
Rede Globo está enfrentando pressão de entidades religiosas

Segundo a Folha de São Paulo, a série “Phantasmagoria”, novo quadro do
Fantástico que estreou no último domingo já está causando polêmica. Apresentado
pelo jornalista Tadeu Schmidt e pelo mágico Kronnus, a matéria aumentou em cerca
de três pontos a média de audiência do programa, que gira na casa dos 20 pontos.
Segundo o Ibope, cada ponto equivale a 60 mil domicílios na Grande São
Paulo.
Porém, segundo profissionais envolvidos na produção, grupos ligados ao
espiritismo e ao candomblé estão fazendo pressão religiosa. O quadro se propõe a
“investigar” lugares considerados mal-assombrados e a caçar fantasmas. Os
religiosos estão fazendo um forte lobby para que o Fantástico deixe claro que
fantasmas não existem, porém não devem questionar a existência de espíritos.
É possível encontrar na internet sites e blogs espíritas que fazem
questionamentos e críticas ao conteúdo que foi ao ar no domingo passado (5/8). A
grande maioria dos críticos diz que “Phantasmagoria” afasta o Fantástico do
jornalismo de qualidade. Por isso, a Globo teria ordenado que alguns episódios
tenham seus textos revistos, para não gerar mais protestos.
A assessoria da Globo diz que
desconhece esses protestos de entidades religiosas ao novo quadro e que o
objetivo é apenas mostrar as emoções humanas diante do medo. Na mesma edição, o
Fantástico apresentou um
quadro sobre homofobia que foi classificado como defesa do estilo de vida gay
por alguns pastores.
Atualmente, a Globo
exibe a novela “Amor Eterno Amor”, que possui uma trama claramente espírita
e tem enfrentado dificuldades com entidades religiosas por conta de uma personagem
“evangélica” na novela Avenida Brasil, cuja caracterização é considerada
ofensiva por algumas igrejas.
Pastor Renato Vargens critica a prática de revelações em igrejas pentecostais brasileiras
O pastor Renato Vargens publicou em seu blog um artigo no qual critica uma prática comum no meio evangélico brasileiro: a de revelações e profecias em círculos de oração e igrejas pentecostais.
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Vargens cita no texto que um desses ditos profetas chegou a “revelar” para a esposa de um pastor que seu marido seria liberto da bebida alcoólica e se converteria a Cristo. Ele comenta também casos em que uma esposa abandonou seu marido depois de seguir o que foi dito em uma dessas ditas profecias.
- Nós cristãos não precisamos de mediadores para nos dizer o que fazer ou conhecer a vontade de Deus para as nossas vidas. Ora, as Escrituras afirmam que os crentes em Jesus são sacerdotes e como tais possuem livre acesso ao trono do Pai – afirma o pastor, que associa essas práticas ao sincretismo religioso de parte das igrejas pentecostais, que inserem no cristianismo elementos da umbanda e candomblé.
- Sinceramente estou cansado dessa macumba gospel, desse reteté de Jeová que manipula o povo segundo a vontade do profeta – desabafou Vargens, que conclui sua crítica citando uma famosa frase de Martinho Lutero:
“Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir”.
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