quinta-feira, 20 de abril de 2017

UM PONTO DE VISTA MUITO INTERESSANTE SOBRE O JOGO BALEIA AZUL... VALE A PENA CONFERIR

O nome parece inocente, mas os relatos de um jogo apelidado de Baleia Azul têm preocupado os brasileiros por causa dos casos de suicídio - ou de tentativa de suicídio - supostamente ligados à "brincadeira".

Pelo menos três Estados registraram ocorrências do tipo: Mato Grosso, Minas Gerais e Paraíba. Segundo relatos, a ideia do jogo, que tem os adolescentes como alvo principal, é lançar 50 desafios aos participantes via mensagens de WhatsApp - muitos deles requereriam automutilação e incentivariam os jovens a se colocar em situação de perigo. O último seria tirar a própria vida.

Diante da "popularidade" do Baleia Azul, o youtuberFelipe Neto, que tem mais de 10 milhões de seguidores no YouTube, gravou um vídeo para alertar as pessoas - mas não sobre o jogo, que ele chama de "consequência", mas sobre o real problema que leva as pessoas a cometerem suicídio.

terça-feira, 4 de abril de 2017

MUITO MISTÉRIO....

O jovem Bruno de Melo Silva Borges, de 24 anos, está desaparecido desde segunda-feira passada (27). Bruno foi visto pela última vez durante um almoço de família às 14h, na cidade de Rio Branco, no Acre. O caso tomou a internet: ao entrar no quarto do jovem, a família encontrou as paredes repletas de mensagens, símbolos gnósticos, uma estátua do filósofo Giordano Bruno orçada em R$ 7 mil e 14 livros criptografados escritos pelo próprio jovem.
Os livros criptografados estão em posse da Polícia do Civil do Acre, que também está investigando o caso. De acordo com o coordenador da Delegacia de Investigação Criminal (DIC), o delegado Fabrizzio Sobreira, todas as possibilidades estão sendo consideradas, porém, o caso segue em sigilo.
Apesar disso, uma página dos 14 livros criptografados foi fotografada e postada na internet. Não levou muito tempo: ela foi descriptografada e o conteúdo do texto revela algumas ideias escritas por Bruno antes de seu desaparecimento.
O diretor da Antecipe, plataforma de gerenciamento de vulnerabilidades, Igor Rincon, e o líder de desenvolvimento, Renoir dos Reis, montaram um site chamado “Decifre o Livro” para ajudar a descriptografar outras páginas que venham a surgir.
Um vídeo gravado mostra como a família encontrou o quarto de Bruno de Melo Silva Borges. Assista:
“Caminho difícil”
Segundo a mãe de Bruno de Melo, em entrevista ao G1, o jovem não possui problemas psicológicos. “Ele é iluminado. Na escola, sempre foi diferenciado, um líder nato, com um alto poder de persuasão. É um menino de um coração tão bom, que dava as coisas da casa e dele aos outros, como camisetas e calças. Não é porque é meu filho, estou falando do Bruno amoroso, que enxerga a alma das pessoas”, comentou a mãe.
O TecMundo conversou com Igor Rincon para entender qual o padrão encontrado no página de Bruno que foi divulgada na internet. “Eu achei o texto na internet. Encontrei o ‘700’ e, como é um número grande, deduzi que ‘LO’ seria referente à ‘AC’ ou ‘DC'”, explicou sobre o ponto inicial da descriptografação do texto. “Atrás da data, tentei deduzir as palavras que são mais comuns quando se refere à um texto antigo e, então, encontrei os padrões”.
Rincon e Renoir ainda colocaram os caracteres criptografados sobre um teclado físico para entender melhor como o padrão de criptografia. Segundo Renoir, a ideia agora é “centralizar todos esses documentos, quebrar a criptografia e disponibilizar a todos”.
Abaixo, você vê a foto do teclado com os caracteres

A página

Como citado, os livros estão em posse da Polícia Civil. Exatamente por isso, não há como o trabalho de descriptografação seguir adiante — a não ser as páginas sejam liberadas para conhecimento público. Até o momento, a página que foi fotografada é a que você acompanha aqui embaixo.
Perceba que já existem anotações indicando a solução para alguns caracteres.

Agora, você acompanha o texto na íntegra e descriptografado

“Caminho difícil
Por milhares de anos o ser-humano vem tentando encontrar respostas para perguntas como “qual o sentido da vida”? A filosofia que ao que tudo indica, parece ter se iniciado com Tales de Mileto em meados de 700 A.C. visa encontrar vestígios de perguntas sem respostas. A pesquisa profunda pela verdade absoluta advém da filosofia, e quando falamos a respeito de caminhos fáceis ou difíceis estamos nos referindo a esse tipo de teorema.
É fácil aceitar o que desde criança te ensinaram que é errado. Difícil é quando adulto, entender que te ensinaram errado o que desde criança você suspeitou que fosse correto. Em outras palavras, se você se enquadra em algum cujos estímulos do meio lhe determinaram certo comportamento, fazendo com que estivesse a mercê de crenças já providas e bem estabelecidas em dogmas e rituais, com uma massa concentrada de pessoas nela; ou permitindo-o ficar no conformismo, aceitando o conceito de felicidade e de sentido da vida embutido pela mídia e pela sociedade, então claramente você faz parte do caminho fácil para a busca pela verdade absoluta.
Acaso se enquadre na segunda opção, ou seja, aquele que suspeitava de todo conjunto de crenças que lhe foi enraizado, então este tem tudo para ser um investigador da veracidade nas coisas ao seu redor, entrando em um caminho mais complicado, no qual uma minoria se arrisca ou enfrenta com bravura”

sábado, 1 de abril de 2017

Após repercussão negativa, Sesacre derruba proibição de visitas religiosas ao Hospital das Clínicas



A proibição de visitas de cunho religioso ao Hospital das Clínicas do Acre, medida tomada pela direção da unidade, acabou repercutindo negativamente para o governo. Tentando evitar mais desgaste no meio  religioso, principalmente  católico e  evangélico, a Secretaria de  Saúde do Acre revogou o ato da superintendência do HC e em nota disse que “reconhece a importância do trabalho desenvolvido pelas entidades religiosas que proporcionam conforto espiritual aos pacientes”.
A Sesacre informou ainda que na próxima terça-feira, 04, será realizada uma reunião entre a chefia do hospital e líderes religiosos com o objetivo de “alinhar o fluxo de entrada para o atendimento espiritual na unidade”.
Entre os evangélicos a reação contra a medida da direção do HC foi imediata. A Igreja Renovada chegou a emitir uma nota de repúdio contra a proibição, que foi amplamente   compartilhada.
A nota da Igreja Renovada lembra, com base na Constituição Federal, que está assegurado “aos religiosos de todas as confissões o acesso aos hospitais da rede pública ou privada, bem como aos estabelecimentos prisionais civis ou militares, para dar atendimento religioso aos internados”.

sexta-feira, 31 de março de 2017

TRIBAL GAMES - - - - - - - É NESSE SÁBADO

E ai galerinha...

Nesse sábado começa o TRIBAL GAMES; um evento de competição e evangelismo da Tribo Radical destinado ao público jovem, onde os grupos competidores disputarão entre si, medindo seus conhecimentos e habilidades em provas semanais  com muita adrenalina e diversão.

Vale  pena conferir...

IGREJA BATISTA NOVA CANAÃ - Rua Ten. Sérvulo de Paula - Centro

A partir das 19:30hrs

quarta-feira, 29 de março de 2017

A CULPA É NOSSA POR ESCOLHERMOS INFLUENCIAS ERRADAS...

Para os que não estão por dentro das notícias gospel por aí (não que essas noticias sejam muito interessantes, mas…), a popular Priscila Alcântara, aquela sempre lembrada como garotinha do programa “Bom Dia e Cia” do SBT, e que nesses tempos têm influenciado a juventude cristã com suas músicas, ministrações, vídeos e etc., têm sido criticada por conta de uma atitude corriqueira de jovem.
Priscila, foi ao festival Lollapalooza neste dia 26, e isso repercutiu muito nas redes sociais. Ela ironizou o assunto, mas a galera fez um campo de guerra na internet, uns criticando a atitude da cantora evangélica e outros a defendendo dos “religiosos”.
A garota foi simplesmente curtir um som que pra ela é de qualidade e, por isso, foi fortemente julgada. Estava tendo apenas um dia de jovem. E daí que ela é a jovem cristã mais influente do país?! A culpa não é dela!
Não a julguem! Também não comecem a dizer que a culpa é dos religiosos, porque também não é! Hoje é fácil dizer que quem tumultua é a religião! Sem religiosos nem existiria Priscila Alcântara, afinal, quem paga os ingressos dos seus shows? Ou quem paga o dinheiro para que ela cante em uma Igreja? Graças a religião existe Priscila, pois, ela se diz cristã, e cristianismo é uma religião ainda.
Mas, nessa briga de acusação sobre a cantora, ninguém percebe os reais significados dessa história. Na verdade mesmo, o grande problema não é a jovem Priscila ir num show ouvir música boa. O problema mesmo é a jovem Priscila ser a influência da juventude evangélica. Não adianta, “pra quem muito é dado, muito será cobrado”. A crítica vem realmente para quem tá no topo, isso é consequência. Estar em cima exige responsabilidade.
Talvez a culpa disso tudo seja NOSSA. Sim, porque tirar o nosso de fora? A culpa dessas discussões sem sentido e sem importância é só nossa. A gente que promove uma jovem para nos ensinar sobre o Espírito Santo, a gente que dá visualizações para a aprendiz, a gente que deixa uma pessoa nos representar e amamos nos espelhar em quem está na fama.
Quem deveria nos influenciar é o pastor dá Priscila (e quem é ele?), quem devia nos ensinar  sobre Deus são os guerreiros na fé, pessoas vividas e até escondidas, experientes no caminho de Deus. Nossa influência devia vir daí, de pessoas como o nosso pastor, daqueles que estão lutando contra os problemas reais e corriqueiros do dia a dia.
A culpa não é dá Priscila, a garota foi ouvir música no Lolla. Mas, o sucesso tem dessas coisas. Só acho que nós deveríamos ser os criticados, principalmente os que tem a jovem Priscila como referencial, e nem entremos no mérito que você faz isso porque ela vive coisas do tipo uma mão de Deus na parede.
O que pega mesmo, é que ela é aprendiz, ela é uma garota normal, mas com fama. Bom mesmo, é que a juventude tivesse como referencial pessoas assim como Cristo, que não quer fama, de Nazaré, simples, às vezes o seu próprio pastor basta. Só isso tiraria esse fuzuê de comentários sobre o rolê dá Priscila.
POR VITOR SANTOS

Governo pode acabar com imunidade fiscal de igrejas


O pedido de fim da imunidade tributária para as entidades religiosas foi incluído na página Ideia Legislativa do portal e-Cidadania do Senado Federal em de março de 2015. Dentro de poucos meses alcançou o número de 20 mil apoiadores na votação pela internet.
Ao atingir o número mínimo exigido pelo portal, essa proposta passou a ser analisada pelos senadores. Ao final do processo, ela poderá se transformar em uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição).
Curiosamente, o texto cita apenas igrejas e não outras entidades como centros espíritas ou terreiros afro. Segundo a página do Senado, o motivo do pedido seria “os constantes escândalos financeiros que líderes religiosos protagonizam” e o fato de o Estado ser laico, por isso “qualquer organização que permite o enriquecimento de seus líderes e membros deve ser tributada”.
De tramitação lenta, dois anos depois de proposto, o projeto de iniciativa popular ainda aguarda o parecer do relator, senador José Medeiros (PSD/MT), na Comissão de Direitos Humanos.
Em entrevista à Agência do Senado, ele afirmou: “Nós estamos preparando o relatório, ouvindo pessoas de ambas as partes, construindo, mas não definimos ainda a linha que sairá o relatório(…) Há argumentos de que as igrejas usam isso para enriquecer seus comandantes. Outros argumentos de que as igrejas prestam um relevante serviço social e que as igrejas fazem parte do papel que é do Estado, levando cursos de formação, apoio psicológico e outros. Não temos ainda formada a convicção a respeito do tema”.
A divisão das opiniões pode ser percebida no próprio site do Senado, onde uma votação online mostra um empate virtual entre o “sim” e o “não”.
Curiosamente, também tramita no Congresso uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC 100/16) do ex-senador Marcelo Crivella, hoje prefeito do Rio que pede a extensão da isenção de IPTU aos imóveis alugados pelas igrejas. O projeto já foi aprovado no Senado e está pronto para ser votado na Câmara.
Porém, em meio aos debates sobre a Reforma da Previdência, a pauta não deverá deixar a gaveta tão cedo.

Deputados também estudam o tema

Além do Senado, a Câmara dos Deputados quer aproveitar a discussão da reforma da Previdência para reavaliar isenções tributárias que representariam um terço do rombo previsto para as contas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em 2017.
Há uma renúncia de R$ 62,5 bilhões em contribuições por causa de isenções garantidas por lei a pequenos empresários, indústrias, entidades filantrópicas e produtores rurais. Entre os principais alvos dos deputados estariam as isenções concedidas a igrejas e instituições de ensino religiosas, garante a Folha de São Paulo.
Essa também é uma bandeira das centrais sindicais, que veem nisso uma forma de aliviar as mudanças que atingirão os trabalhadores, caso seja aprovada a proposta de reforma previdenciária do governo (PEC 287).
Sem se posicionar oficialmente sobre o tema, nos bastidores o governo estimula parlamentares a iniciar a discussão do tema. Além de igrejas, poderão ser atingidos instituições filantrópicas (creches, hospitais e instituições de ensino), sendo que a maioria delas são religiosas. Ou seja, todos os projetos sociais mantidos por igrejas seriam prejudicados.
O deputado Arthur Oliveira Maia (PPS/BA), o relator da PEC 287, em entrevista recente afirmou que incluirá o fim das isenções fiscais para entidades filantrópicas. Segundo ele, com as desonerações, um total R$ 12,45 bilhões deixará de ser arrecadado este ano, fato que colabora para o déficit da seguridade social.

Contrapartida supera custos

Segundo o Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif), a contrapartida do setor filantrópico para o Brasil supera o seu custo para o Governo Federal. Um dado precisa ser levado em consideração, argumenta: para cada R$1,00 de imunidade recebida, as filantrópicas retornam R$5,92 ao Poder Público. Ainda de acordo com o levantamento, o valor atualmente renunciado representa apenas 3% da receita da Previdência.
O advogado Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Conselho Superior do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, acredita que a imunidade fiscal para as igrejas é parcial. “Não se pode atacar o todo com a premissa de que alguns usam a religião como atividade econômica. Partidos políticos também têm imunidade. Uma revisão constitucional não deveria servir só para os templos”, assevera.

Fiscalização dos Dízimos

O fim da tributação de igrejas não é a única lei nesse sentido no Congresso. Um projeto de Lei do deputado federal Chico Alencar (PSOL/RJ), quer a fiscalização sobre dízimos e ofertas entregues nas igrejas.
A justificativa de Alencar, cujo partido tem um histórico de embates com os evangélicos, seria impedir que as igrejas sejam usadas para lavagem de dinheiro e sonegação de impostos.
O texto do projeto de lei PL 725/15, disponível no site da Câmara, afirma: “O projeto visa a possibilitar a correção de uma lacuna do Código Civil, especialmente no que tange às organizações religiosas. Embora haja a norma do Art. 44 do Código Civil que garanta, corretamente, que a forma de organização das entidades religiosas não sofrerá interferência do Estado, se tem percebido nos últimos anos que algumas igrejas têm sido utilizadas, por pessoas inescrupulosas, como pontos de lavagem de dinheiro ilícito e evasão de divisas”.

Evangélicos podem se unir em torno de Bolsonaro, diz especialista

Nas últimas eleições presidenciais, a candidatura do Pastor Everaldo (PSC) à presidência apesar da votação baixa, acabou sendo um marco na história política dos evangélicos. Pela primeira vez alguém usando um título eclesiástico se lançava na conquista do cargo mais alto do executivo.
Há décadas líderes religiosos são eleitos para postos no legislativo. Agora estudiosos acreditam que poderão se consolidar mais projetos políticos construídos por setores evangélicos.
Christina Vital, antropóloga da Universidade Federal Fluminense (UFF), autora do livro Religião e Política: medos sociais, extremismo religioso e as eleições de 2014, defendeu à agência de notícias DW que deverá haver uma “moderação” no tom para as próximas eleições presidenciais, ano que vem.
“Para vencer é preciso moderar e falar para a sociedade de um modo mais geral”, garante.
“Temos uma formação cultural e um jeito de fazer política cujo referencial é católico. Quando os evangélicos se apresentam na política, em todo o tempo eles estão lidando com esse elemento cultural”, explica a especialista.
Para ela, a eleição de Marcelo Crivella a prefeito do Rio de Janeiro é um exemplo disso. “O senador tinha uma fala acolhedora e pautada na gestão eficiente. Ele fez alianças muito amplas com diferentes setores da sociedade”, resume.
Mas um dos pontos principais é que ele não fez uma apresentação religiosa de sua candidatura, embora não negasse sua vinculação religiosa. Com isso conseguiu conquistar os eleitores não evangélicos.
Vital acredita que possa haver uma “unidade evangélica” em torno da candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro. “Sua candidatura visa produzir uma unidade evangélica em torno de seu nome. A novidade é que as lideranças evangélicas de diferentes denominações têm tentado aparar essas arestas e esta competição institucional em nome de “um bem maior”, analisa.
Segundo a antropóloga, existem outras barreiras a serem vencidas. “Temos uma formação cultural e um jeito de fazer política cujo referencial é católico. Quando os evangélicos se apresentam na política, em todo o tempo eles estão lidando com esse elemento cultural.”
Olhando-se para os números, embora seja sabido que evangélicos nem sempre votam em evangélicos, é preciso lembrar que eles são mais numerosos na Classe C e hoje possuem o maior número de eleitores, cerca de 54% do eleitorado.
Isso pode mudará mudar o perfil dos políticos no próximo pleito, uma vez que essa camada da sociedade “formada num seio religioso privilegia o empreendedorismo, a meritocracia, as conquistas individuais e tem aspirações burguesas”.

domingo, 26 de março de 2017

Aos 72 anos, Ronaldo Ésper se converte e abandona homossexualidade

Famoso no Brasil pelas suas participações em programas de TV, o estilista Ronaldo Ésper teve uma grande mudança de vida aos 72 anos. Ele revela que deixou de ser homossexual após ter se convertido.
Em entrevista a Daniela Albuquerque, no programa Sensacional, que vai ao ar neste domingo, 26, na RedeTV!, ele fala sobre o quanto sofreu na vida por causa de sua sexualidade. Contudo, tudo mudou ao encontrar amparo na Igreja Universal. “Estou muito feliz de estar lá. Há alguns anos eu estava à beira do suicídio, se não tivesse sido acolhido da forma que fui, teria me matado”, revelou.
Ésper disse também que não gostaria de ter um filho homossexual. “Depois de um período de crise muito grande, parti para outra direção na minha vida. Hoje não sou mais homossexual, por força da minha vontade, porque ninguém se cura disso”, garante.
Durante a entrevista ele deixou claro que não irá mudar a forma como se expressa. “Outro dia um pastor me falou: ‘mas e os trejeitos?’ Eu falei: ‘pastor, os trejeitos não vai ter jeito, né?”.
Ele garante que sua conversão “é pra valer”. Dizendo saber que será criticado pela sociedade, principalmente pelo movimento gay, afirmou que não “dá a mínima”, pois ser ex-gay não é crime.

terça-feira, 21 de março de 2017

FESTIVAL GOSPEL 2017


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Ocorreu hoje, dia 21 de março, a primeira rodada de conversas sobre a realização da III Edição do Festival Gospel de Tarauacá, que tem durante os últimos dois anos, servido de palco para apresentação dos valores e talentos do universo gospel tarauacaense.

Participaram da reunião (Esquerda para Direita): Tecladista - Vanilson; Tecladista e Técnico de Som - Nilson Filho; Guitarrista - Pr. Derkian e Baterista - Leandro, além do Professor, Radialista e idealizador do evento - Accioly.

Em breve mais informações...

segunda-feira, 20 de março de 2017

SATANISMO... RITUAIS MACABROS

CRIANÇAS SÃO ASSASSINADAS EM RITUAL DE EXORCISMO NA INDIA

Um ato de exorcismo resultou na morte de duas crianças, na Índia. Os responsáveis pelo ato criminoso foram: Nirmal Kaur (55), avó das vítimas, e o pai delas, Kulwinder Singh (30), foram presos por assassinato na cidade de Kotfatta, região norte do país.
Os alvos do ritual, um menino de cinco anos e uma menina de três, apanharam e também foram eletrocutadas. A mãe das crianças, que era contra exorcizar os filhos, foi presa em um quarto para que não impedisse o ato.
Conforme o Último Segundo, a avó convenceu o filho de que o ritual resultaria em um estado de iluminação espiritual e curaria um familiar com deficiência cognitiva. A avó era temida entre a vizinhança por ter “poderes divinos”. Ela estava convicta que poderia expulsar “espíritos do mal” de seus netos.
A prática violenta foi iniciada terça-feira (7), com os pequenos sendo espancados até perder a consciência. Em seguida eles sofreram os choques elétricos. Na quarta-feira (8), Kaur elevou a duração e força das descargas elétricas, fazendo com que as crianças não viessem a resistir.
Os vizinhos chamaram a polícia assim que ouviram os gritos. Infelizmente, as autoridades chegaram no local encontrando os corpos já sem sinais vitais. A avó garantiu ao filho que o exorcismo não apresentava riscos a seus filhos e que poderia torná-los a vida.
A mãe das crianças ficou trancada em um quarto durante os dois dias do ritual. Ela foi localizada pelas autoridades em estado grave de saúde e já está recebendo tratamento clínico.

Exorcismo divide opiniões

Exorcismo é um dos assuntos que mais geram debates dentro da própria igreja cristã. Católicos e evangélicos até creem que é possível que uma pessoa seja possuída por espíritos maus, mas há quem duvide que isso de fato aconteça.
Entre os cientistas as explicações sobre os casos são geralmente ligadas a problemas psicológicos ou transtornos mentais como a esquizofrenia. Em uma matéria especial sobre o assunto no site TAB, no UOL, o professor de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), Wellington Zangari, comenta como a ciência vê esses casos.
“Mesmo dentro do mundo científico e acadêmico, entre médicos e psicólogos, há uma grande polêmica entre o diagnóstico diferencial”, disse ele.
O alerta é para os casos que são psicológicos e que são tratados como espirituais como os casos de esquizofrenia. Nesses casos o não tratamento dessas psicoses pode ser altamente perigoso.

sábado, 11 de março de 2017

ACÚSTICO NOVA CANAÃ - DIA 11.03.2017









PARTICIPE CONOSCO DOS NOSSOS CULTOS... RUA SÉRVULO DE PAULA  PRÓXIMO A ANTIGA VITÓRIA ELETRO

⇇OBS: DIAS E HORÁRIOS AO LADO

sexta-feira, 10 de março de 2017

Feministas encenam “aborto de Jesus” em frente à Igreja Católica

O arcebispo de Tucumán (Argentina), Alfredo Horacio Zecca, repudiou a encenação de um “aborto” da virgem Maria, durante a marcha feminista do dia 8 de março, Dia da Mulher.
Em comunicado publicado no dia 09, o arcebispo disse que “repudiamos com profunda tristeza os lamentáveis eventos realizados ontem, 8 de março, à tarde, em frente à Catedral de Tucumán que denigrem profundamente a pessoa e a imagem da Santíssima Virgem Maria, como também a fé dos católicos”.
Devido a comemoração do Dia da Mulher, um grupo de feministas realizou uma manifestação pelas principais ruas da cidade. Algumas das manifestantes encenaram o aborto da Virgem Maria, com muita tinta vermelha, simulando um sangramento, em frente à Catedral de Tucumán.
No Facebook, o grupo feminista Socorro Rosa Tucumán encenou a imagem, assegurando que “a virgem abortou na catedral o patriarcado, a heterossexualidade obrigatória e as imposições da sociedade repressora e exigiu a todos os misóginos desta província medieval que tirem as imagens das maternidades, que não proíbem mais abortos em seu nome”.
Segundo a Aciprensa as feministas se referiam também ao “cistema (sic) violador que obriga ao parto forçado”.
O arcebispo observou que “os fatos são apenas ofensas agressivas para todos os fiéis, sendo também, uma ofensa para a dignidade da mulher”.
Zecca lembrou também que março é “o mês da reflexão sobre os direitos das crianças nascerem”, e convidou a todos fiéis católicos e a comunidade em geral para a Marcha pela Vida e pela Família, no dia 25, as 6 horas.

O CERCO ESTÁ SE FECHANDO....

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estuda uma cláusula para bloquear o uso do poder econômico e a influência das igrejas nas eleições, afirma o presidente da Corte eleitoral, Gilmar Mendes.
“Depois da proibição das doações empresariais pelo Supremo Tribunal Federal (STF), hoje quem tem dinheiro? As igrejas. Além do poder de persuasão. O cidadão reúne 100 mil pessoas num lugar e diz ‘meu candidato é esse’. Estamos discutindo para cassar isso”, diz o ministro.
Para Mendes, há um uso da religião para influenciar as eleições, contando ainda com os recursos das igrejas, não apenas material, mas a própria estrutura física. “Outra coisa é fazer com que o próprio fiel doe. Ou pegar o dinheiro da igreja para financiar”, afirma. “Se disser que agora o caminho para o céu passa pela doação de 100 reais, porque eu não vou para o céu?”, ironiza.
De acordo com Gilmar Mendes, há um potencial para abuso de poder econômico de “difícil verificação”, e existe a necessidade de o TSE agir.
Na Câmara dos Deputados, a bancada evangélica cresce a cada eleição. De acordo com dados do TSE, em 1998, eram 47 parlamentares. Em 2014, foram eleitos 80.
A Frente Parlamentar Evangélica do Congresso, no entanto, tem 181 deputados e quatro senadores participantes – que incluem, além dos próprios deputados ligados às igrejas, simpatizantes e outros parlamentares que defendem as mesmas pautas, normalmente bastante conservadoras.
Na população em geral, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, os evangélicos representam 22% dos brasileiros.

quarta-feira, 8 de março de 2017

MARCHA CONTRA IDEOLOGIA DE GÊNERO REÚNE MILHÕES NO PERU

O povo peruano foi as ruas com a bandeira ConMisHijosNoTeMetas (Não se meta com os meus filhos). Mais de um milhão e meio de pessoas se manifestaram nas 24 regiões do Peru contra a doutrinação da ideologia de gênero de estudantes menores de idade.
Conforme o Aci Digital, no encerramento do evento em Lima, capital do país, a organização afirmou que em todos os eventos realizados ao longo do dia 4 de março, nas diferentes cidades do Peru, a participação superou um milhão e meio de manifestantes.
Marcaram presença os congressistas Julio Rosas, Carlos Tubino, Nelly Cuadros, Juan Carlos Gonzales, Marco Miyashiro, Roberto Vieira, Federico Pariona e Edwin Donayre.
#ConMisHijosNoTeMetas é uma contraofensiva a tentativa do governo do Peru, através do Ministério da Educação, de colocar em prática em 2017 um Currículo Nacional para crianças desde os primeiros meses de vida, com as normativas da ideologia de gênero.
Em vários pontos de Lima, milhares de grupos se reuniram e foram até à Praça San Martin, na região central.
O evento contou com o apoio da deputada colombiana Ángela Hernández, que liderou na Colômbia, em 2016, muitas manifestações contra a doutrinação de crianças em ideologia de gênero.
Em declarações Hernández disse que a ideologia de gênero é “perversa” e advertiu que “esta pretende colonizar a mente das nossas crianças” e “prejudicar a identidade sexual que temos até hoje”. A parlamentar colombiana pediu ao presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, que escute “a vontade democrática do povo, remova esta ideologia dos currículos escolares” e “respeite o direito dos pais de educar os seus filhos”.
Os protestos massivos provocaram a renúncia da então ministra da Educação, Gina Parody.

Igreja também é contrária a ideologia de gênero

O vigário episcopal da Comissão de Família e Vida da Arquidiocese de Lima (Peru), Pe. Luis Gaspar, enfatizou que “a educação, primeiro direito dos pais aos seus filhos, não é negociável”. “Estamos em uma guerra moral, uma guerra espiritual e o campo de batalha é a mente dos seus filhos, e os defenderemos até o fim de nossos dias”. Gaspar também convidou os manifestantes a participar da Marcha pela Vida, a ser realizada em Lima no dia 25 de março.
A Conferência Episcopal peruana, em janeiro, orientou que o governo “deve suspender imediatamente no novo Currículo Nacional aquelas noções provenientes da ideologia de gênero”.

CCJ DO SENADO APROVA UNIÃO ESTÁVEL HOMOAFETIVA

O Código Civil reconhece como entidade familiar “a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública / Foto: Paulo Pinto/ Fotos Públicas


O Código Civil reconhece como entidade familiar “a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (8) o projeto de lei que altera o Código Civil para reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo e possibilitar a conversão dessa união em casamento. A votação foi terminativa e o projeto poderá seguir para análise da Câmara dos Deputados se não houver recurso para votação em plenário.


O Código Civil reconhece como entidade familiar “a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família”. O Projeto de Lei do Senado (PLS) 612/2011 estabelece que a lei seja alterada para estabelecer como família “a união estável entre duas pessoas”, mantendo o restante do texto do artigo.


STF

Em 2011, o Supremo Tribunal Federal reconheceu, por unanimidade, a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar. Na prática, a decisão significou que as regras que valem para relações estáveis entre homens e mulheres serão aplicadas aos casais gays. Em 2013, o Conselho Nacional de Justiça aprovou resolução que obriga os cartórios de todo o país a celebrar o casamento civil e converter a união estável homoafetiva em casamento em função de divergências de interpretação sobre o tema.
O relator do projeto, senador Roberto Requião (PMDB-PR), lembrou no parecer a decisão do STF e disse que o Legislativo tem a responsabilidade de adequar a lei em vigor ao entendimento da Corte, a fim de eliminar dificuldades e dar segurança jurídica aos casais homoafetivos. O projeto votado hoje foi apresentado pela senadora Marta Suplicy (PMDB-SP).
“Cumpre ao Poder Legislativo exercer o papel que lhe cabe para adequar as disposições contidas no Código Civil ao entendimento consagrado pela Suprema Corte, como proposto no projeto de lei da senadora Marta Suplicy, contribuindo assim para o aumento da segurança jurídica e, em última análise, a disseminação da pacificação social”, registra o relatório de Requião.

terça-feira, 7 de março de 2017

SOBRE A COBRANDO DE CACHÊ GOSPEL

CURTAM BANDA RESGATE NO KISS CLUBE FM AO VIVO

Valery Sheppard TESTEMUNHA SOBRE A HISTORIA DE VIDA DE SEU PAI






"Minha mãe e eu levamos o evangelho aos assassinos de meu pai"

A história dos missionários que morreram assassinado pelos índios Huaorani, uma tribo isolada da selva amazônica de Equador, já foi tema de livros e até de um filme. Valery Sheppard, filha de Jim Eliott, um desses missionários, contou recentemente ao programa Witness, da BBC, como a família reagiu depois da tragédia.
Além de Elliot, Nate Saint, Ed McCully, Peter Fleming e Roger Youderian decidiram levar o evangelho para os Huaorani (também conhecidos como aucas), mas não foram bem recebidos.
A tribo guerreira os avisou que não desejava contato com o homem branco. Eles insistiram e pagaram com a vida, sendo mortos com golpes de lança. Mesmo estando armados, os americanos não se defenderam.
Valery conta que apesar da dor do luto, as esposas dos obreiros falecidos decidiram insistir em fazer contato com os mesmos homens que mataram seus maridos.
“Acho que Deus permitiu isso para que fôssemos testemunhas do que significa seguir a Cristo”, diz Valery. Após da morte de seu pai, ela e a mãe Elisabeth Elliot conseguiram permissão para entrar na tribo e ali levaram adiante sua missão. Elas conseguiram que a mensagem do Evangelho fosse aceita pelos huaranies. Juntou-se a elas irmã de Nate, Rachel Saint.
Elisabeth conta hoje: “Nossa filha Valery tinha 10 meses de idade quando Jim foi assassinado. Continuei trabalhando na região quando, graças à providência divina, conheci a duas mulheres aucas. Elas ficaram morando comigo durante um ano. Eram a chave para que pudesse ir viver com a tribo que tinha matado os cinco missionários”, relatou.
Tudo isso aconteceu na década de 1950 e até hoje existem igrejas no Equador fundadas pelas esposas dos missionários. Toda a trajetória foi contada no filme “Terra Selvagem”.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

SILAS MALAFAIA FALA SOBRE SEU INDICIAMENTO...





O indiciamento do pastor Silas Malafaia por lavagem de dinheiro no inquérito da Operação Timóteo foi destacado por grande parte da mídia nesta sexta-feira (24). Deflagrada pela Polícia Federal (PF) em 16 de dezembro, ela investiga um suposto esquema de corrupção nas cobranças de royalties da exploração mineral.
O nome do pastor apareceu durante a investigação por ele ter recebido um cheque de R$ 100 mil de um apoiador de seu ministério. Esse doador, o advogado Jader Pazinato, segundo a PF, teria recebido recursos ilícitos desviados de prefeituras e repassado propina, por isso também foi indiciado por corrupção ativa e peculato.
Como o cheque emitido por ele foi depositado numa conta pessoal de Malafaia, o pastor acabou passando a ser investigado como parte do esquema. O seu indiciamento ocorreu em 16 de dezembro de 2016, no mesmo dia em que foi alvo de condução coercitiva e levado a depor.
Divulgado primeiramente pela revista ISTOÉ, como se fosse uma nova acusação, o caso foi posteriormente repercutido nos principais jornais do país.
O líder do ministério Vitória em Cristo gravou um vídeo na manhã desta sexta dando sua versão. Ele reclama que a revista, na pessoa do jornalista Aguirre Talento, está “requentando”, ou seja, voltando a falar de um assunto antigo em busca de audiência.
“Vagabundo, bandido, inescrupuloso e mau-caráter”, é como Malafaia classificou o jornalista. Lembrou que Talento já foi processado – e condenado – outras vezes. “Isso é coisa de canalha, será que esse cara é um preconceituoso contra os evangélicos?”, desabafou no vídeo.
Explicou também que o Ministério Público não tomou nenhuma atitude contra ele e que o caso “Subiu para o STJ” (Supremo Tribunal de Justiça). “Não vai dar nada, pois não tenho nada a ver com esses corruptos”, sentenciou.
Silas voltou a mostrar extratos do cheque e explicou que doou o dinheiro para sua igreja e seu ministério, declarou o dinheiro e pagou os impostos devidos. Enfatizou que o assunto foi amplamente explorado pela mídia no final do ano passado e que o jornalista usou de má fé ao divulgar como se fosse algo novo. Finalizou dizendo que a matéria publicada ontem tem o objetivo de atingi-lo.

Ao G1, o pastor declarou: “Se eu fosse corrupto, eu não ia depositar na minha conta. Minha defesa vai ser mostrar minha declaração do imposto de renda. Não sou obrigado, mas estou abrindo meu sigilo fiscal, apresentando o extrato da conta bancária. Tenho certeza que o juiz vai me tirar disso. Agora, o delegado fez questão de me atingir nisso.”