quinta-feira, 6 de junho de 2013

O Soldado na Batalha – Ilustrações do Reino de Deus

Jean Wyllys classifica manifestação em Brasília como “fascista” e “fracasso retumbante”; Silas Malafaia responde: “Chora capeta!”

Jean Wyllys classifica manifestação em Brasília como “fascista” e “fracasso retumbante”; Silas Malafaia responde: “Chora capeta!”
O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) publicou em seu Twitter diversascríticas à manifestaçãopacífica realizada em Brasília na tarde de ontem, com organização do pastor Silas Malafaia.
De acordo com Wyllys, a manifestação teria sido um “fracasso retumbante”, e ironizou o fato de que os manifestantes só compareceram devido à oferta de lanches e ônibus gratuitos.
1. A caminho de um encontro com o ministro da Saúde, passei pela manifestação dos fundamentalistas na esplanada dos ministérios. Um fiasco! 2. Fora as exortações, aos berros, contra o ‘homossexualismo’, nada está sendo apresentado em termos de propostas para um país plural. 3. A quantidade de gente está abaixo da prometida, apesar dos ônibus e dos lanches pagos! Um fiasco em relação ao que foi prometido! 4. O Correio [Braziliense] contabilizou 8 mil  pessoas na manifestação na Esplanada. Já o Globo, 40 mil. Bom, ainda muito longe dos 500 mil prometidos…”, escreveu Wyllys.
twitter jean wyllis
Segundo o deputado federal, “o fracasso se deu porque prometeu 500 mil pessoas num evento fascista e homofóbico e só reuniu, com lanche e ônibus pagos, 40 mil”.
O pastor Silas Malafaia, bem ao seu estilo, rebateu as declarações do ex-BBB: “A última manifestação gay em Brasília durante a semana foi contra a homofobia.Total de participantes 3 mil pessoas. Querem falar o quê? Kkkk. Qual grupo social que leva uma multidão em dia de semana? Só os cristãos. Estamos rindo kkkkkkkkkk Chora capeta e ímpios também. Nós kkkkkkkkk”, escreveu o pastor em seu perfil no Twitter.
Malafaia, que durante os preparativos para a manifestação afirmou que o evento seria a maior mobilização social desde a série de comícios conhecida como “Diretas Já”, realizada em 1984 a favor do voto direto nas eleições, voltou a dizer que o evento foi o segundo maior nos últimos 29 anos: “Chora capeta, segunda maior manifestação em Brasília. Só perdemos para as diretas já, que na época foi ponto facultativo”.
O pastor ainda ressaltou que o evento não contou com ajuda financeira governamental, numa clara alusão à Parada Gay em São Paulo, que somente da prefeitura da cidade, recebeu verbas de R$ 1,6 milhão em 2013: “Nenhum centavo de governo nenhum. Todos os cantores não receberam um centavo. Simplesmente idealismo. Chora capeta e ímpios também, estamos rindo. Parabéns a toda liderança evangélica, e a todo povo de Deus que estava em Brasília. Simplesmente seeeensaaaaaciooonnnaaal! A Deus seja a gloria”.
twitter malafaia-chora capeta
Jean Wyllys e os ensinamentos de Jesus
Numa entrevista recente à revista Trip, o deputado Jean Wyllys afirmou que sua postura a respeito das críticas sofridas por lideranças evangélicas é fruto dos ensinamentos de Jesus, que ele afirma ter assimilado.
“Posso garantir que minha atitude não é produto de ioga nem de psicanálise. Mas ela talvez seja fruto das marcas do cristianismo em meu caráter, da imitação de Jesus Cristo. Com Ele, aprendi a ser um doce bárbaro: oferecer a outra face diante da violência física do oponente e atacá-lo com a violência das palavras, das metáforas, das parábolas; com Ele, aprendi a ter consciência do conflito e a aceitar o fato de que ele é inevitável, o que leva qualquer pessoa de bom senso a estar sempre preparada; com Jesus, aprendi a conjugar inteligência e conhecimento com intuição e amor”, disse Wyllys.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

No Programa do Ratinho, pastor Silas Malafaia fala sobre ativismo gay, liberdade de expressão e prisão de Marcos Pereira: “Lei é lei pra qualquer um”; Assista

[Vídeo] No Programa do Ratinho, pastor Silas Malafaia fala sobre ativismo gay, liberdade de expressão e prisão de Marcos Pereira: “Lei é lei pra qualquer um”; Assista

A entrevista concedida por Silas Malafaia ao Programa do Ratinho foi transmitida ontem pelo SBT, e diversos temas foram abordados. Como de costume, o pastor foi questionado sobre homossexualidade, ativismo gay, aborto, política, dízimo e outras questões teológicas, além de opinar sobre o caso do pastor Marcos Pereira. Silas Malafaia falou ainda sobre a manifestação que está sendo organizada para expressar o posicionamento do segmento evangélico a respeito de questões sociais. De acordo com o pastor, no próximo dia 05 de junho, haverão mais de 100 mil pessoas em Brasília, e o ato só será superado pela manifestação conhecida como Diretas Já, realizada em 1984 na Praça da Sé em São Paulo pela redemocratização do país e direito ao voto direto. Questionado sobre sua postura contra a homossexualidade, Malafaia ressaltou que discordar é um direito: “O que as pessoas tem que entender é o seguinte: ser contra um comportamento não significa discriminar pessoas”, e frisou que seu empenho é contra os ativistas gays, que defendem o conceito de que o Brasil é um país homofóbico. Uma pergunta feita por telespectadores do programa sobre uma colocação do papa Francisco, que entende ser a homossexualidade fruto de uma ação demoníaca, foi respondida por Malafaia de forma a concordar com o líder da Igreja Católica: “Ele tá calcado na Bíblia Sagrada [...] O diabo quer destruir a família”. Novamente, o pastor reforçou sua postura a respeito da homossexualidade, dizendo ser um “comportamento adquirido”. Malafaia frisou que não considera a prática uma doença, mas também pontuou que não há provas de que um ser humano nasça homossexual. A respeito da resolução emitida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) obrigando aos cartórios a registrarem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo novamente criticou a “canetada” do órgão, dizendo que essa decisão “extrapolou” as funções do Conselho. “Dogmas sociais são decididos por plebiscito ou pelo Congresso”. A prisão de Marcos Pereira, pastor da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), sob acusação de estupro foi tratada de forma objetiva por Silas Malafaia: “Lei é lei e é pra qualquer um. Seja pastor, ou qualquer um. Se ele cometeu isso que estão dizendo, chumbo grosso, cadeia pra ele porque não tem conversa. Isso aqui é inegociável. Pastor, ao contrário… Quanto mais você trabalha com pessoas, você representa grupos sociais, maior é a sua responsabilidade”. Malafaia também comentou questões de cunho doutrinário, como a orientação para que solteiros não pratiquem sexo antes do casamento, e também sobre o tendência de igrejas adotarem máquinas de cartão de crédito e débito para recolherem ofertas e dízimos. De acordo com o pastor, cartões são “dinheiro plástico”, e muitos fiéis preferem contribuir dessa forma, pela praticidade. Sobre o dízimo especificamente, o pastor foi questionado se considera correto que pessoas de baixa renda contribuam. Malafaia respondeu dizendo que os dízimos e ofertas são dados por quem se sente à vontade para doar, e disse também entender que as pessoas que não fazem parte de nenhuma igreja evangélica não deveriam opinar a respeito do tema. A liberdade de expressão, um dos temas que serão abordados durante a manifestação em Brasília, no próximo dia 05 de junho, foi defendida pelo pastor Malafaia, que criticou as indicações do governo de tentar impor um controle sobre a mídia, que avalie seu conteúdo e defina o que pode ou não ser veiculado. A respeito do aborto, novamente o pastor se colocou totalmente contra, dizendo que o feto não é um prolongamento do corpo feminino. Citando informações a respeito da gestação, Malafaia afirmou que a mulher é uma hospedeira, e que o bebê é quem regula as atividades biológicas, e que por isso, a mãe não pode decidir a respeito da vida ou morte dele. Comentando o recente tumulto por causa de boatos a respeito do fim do programa Bolsa Família, Malafaia disse ser a favor do programa até certo ponto: “O que faz a riqueza de uma nação é o trabalho. Nós precisamos dar trabalho, não sustentar vagabundo em casa”, esbravejou. O pastor ainda complementou dizendo que programas sociais como o Bolsa Família não são uma invenção do governo do PT, e sim, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB): “A verdade tem que ser dita. Discordo de muita coisa de Fernando Henrique, mas quem inventou esse programa foi ele”. 

 Assista a íntegra do programa:

 

quinta-feira, 30 de maio de 2013

MAIS UM ANINHO DE EXISTÊNCIA - OBRIGADO PAPAI


NO DIA 29 DE MAIO A IG. BATISTA NOVA CANAÃ COMPLETOU 4 ANOS DE EXISTÊNCIA, INICIADA EM UMA ÁREA DE SERVIÇO, A IGREJA HOJE VIVE UM NOVO MOMENTO DE SUA HISTÓRIA. NO DIA 05 DE JUNHO, PRÓXIMA 4ª FEIRA, ESTAREMOS INAUGURANDO A NOVA SEDE DA IGREJA QUE SE LOCALIZARÁ NO BAIRRO TRIANGULO, RUA CAPITÃO HIPÓLITO, AO LADO DO ARMAZÉM DO MOURÃO. TODOS ESTÃO CONVIDADOS A PARTICIPAR DO CULTO QUE SE INICIA ÀS 19Hrs:30Min.. PAZ E ATÉ 4ª.


Pr. Derkian Galvão

FAIXA EXCLUSIVA DO NOVO CD DE THALLES ROBERTO (SEJAM CHEIOS DO ESPIRITO SANTO) - BOM FERIADÃO

quarta-feira, 22 de maio de 2013

PSC entra com ação no Supremo e tenta barrar resolução do CNJ que obriga cartórios realizarem casamento gay

PSC entra com ação no Supremo e tenta barrar resolução do CNJ que obriga cartórios realizarem casamento gay
A resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga a todos os cartórios do Brasil a realizarem o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo tornou-se alvo de uma ação do Partido Social Cristão (PSC).
O PSC, partido do pastor Marco Feliciano, entende que o CNJ extrapolou sua área de atuação, e entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a resolução do CNJ. A ação do PSC será analisada pelo ministro Luiz Fux.
“O CNJ não tem legitimidade para normatizar o tratamento legal das uniões estáveis constituídas por pessoas de mesmo sexo, sem a existência de legislação”, pontua a petição de mandado de segurança impetrada pelo PSC.
O presidente do CNJ é o ministro Joaquim Barbosa, que também preside o STF, e assinou a resolução que obriga todos os cartórios do país a realizarem o casamento gay. Segundo o PSC, houve “abuso de poder”, pois a criação de leis é prerrogativa do Poder Legislativo.
Entretanto, Barbosa alegou que a resolução do CNJ apenas tornava efetiva a decisão do próprio STF em 2011, que regulamentou a união estável entre casais homossexuais. Segundo Barbosa, o CNJ agora estava “removendo obstáculos administrativos de uma decisão do Supremo que é vinculante”, ou seja, válida para as demais esferas do Judiciário.
O ministro, muito elogiado pela sociedade por sua atuação no processo do mensalão, afirmou que não há necessidade de que o Congresso aprove uma lei específica sobre o casamento gay, pois o STF já definiu essa questão quando julgou o tema em 2011: “Vamos exigir aprovação de nova lei pelo Congresso Nacional para dar eficácia à decisão que se tomou no Supremo? É um contrassenso”, disse.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Estou apaixonado – Thalles Roberto

Pará: Juiz de paz pede demissão para não celebrar casamento gay


Pará: Juiz de paz pede demissão para não celebrar casamento gayJuiz de paz pede demissão no Pará para não celebrar casamento gay
O juiz de paz José Gregório Bento, 75 anos, pediu demissão do Cartório do único Ofício de Redenção, cidade localizada ao sudeste do Pará, para não realizar o casamento homossexual.
A atitude foi tomada após a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que aprovou uma regulamentação obrigando os cartórios de todo o país a realizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Ao justificar sua demissão, Bento, que estava no cargo há sete anos, disse que “o casamento homoafetivo fere os princípios celestiais”. De acordo com o site G1, o juiz de paz é pastor da Igreja Assembleia de Deus há mais de 40 anos e trabalhava como voluntário no cartório da cidade, fazendo conciliações e casamentos.
“Deus não admite isso. Ele acabou com Sodoma por causa desse tipo de comportamento”, disse ele criticando a decisão do CNJ.  “Acho essa decisão horrível. Ela rompe com a constituição dos homens, mas não vai conseguir atingir a constituição celestial”.
O titular do cartório, Isaulino Pereira dos Santos Júnior, disse que a solicitação oficial de demissão do cargo ainda não foi entregue e que Bento chegou a comentar que ia mudar de cidade, sem citar que não concorda com o casamento homoafetivo.
Procurado pelo G1, o  presidente da Associação dos Magistrados do Pará (Amepa), Heyder Ferreira, disse que o juiz de paz que não concordar com a decisão do CNJ pode pedir demissão, pois se continuar no cargo terá que acatar e realizar o casamento gay.  “Se ele continuar no cargo, é obrigado a cumprir a determinação, mas por ser voluntário, não podemos impor. O cartorário, em compensação, é obrigado a cumprir a determinação”.