quinta-feira, 11 de abril de 2013

Ativistas gays invadem igreja evangélica e se beijam durante culto; Foto gera revolta no Facebook

Ativistas gays invadem igreja evangélica e se beijam durante culto; Foto gera revolta no Facebook
O pastor Marco Feliciano continua sendo alvo de protestos por causa da sua permanência na Comissão de Direitos Humanos. As manifestações, em sua maioria liderada por ativistas gays, acontecem inclusive em igrejas pelas quais Feliciano passa.
Parte dos protestos contra o parlamentar, uma foto que mostra duas mulheres se beijando dentro de uma igreja evangélica em Belém durante uma visita do deputado tem causado polêmica entre apoiadores e críticos do parlamentar.
A foto, que começou a circular nas redes sociais no domingo, foi tirada no interior Centro de Convenções no final da pregação do pastor Marco Feliciano, quando os repórteres invadiram a frente do palco para fotografias.
Apoiadores de Feliciano manifestaram indignação com o beijo homossexual dentro da igreja, classificado por eles como um ato de desrespeito.
- Vejam o absurdo, os ativistas gays realmente não merecem nenhum respeito! O local de culto é protegido por nossa constituição federal, mesmo assim eles não respeitam… estamos em guerra! – escreveu um apoiador do pastor ao republicar a imagem, segundo o Terra.
Porém, a imagem motivou também novas declarações contra Marco Feliciano, sendo republicada também como forma de protesto contra o deputado.
- Parabéns às duas garotas que foram lá demostrar o amor que uma sente pela outra, que é o mesmo que Jesus prega em toda a Bíblia, não o ódio que é pregado por alguns, como Feliciano – escreveu um crítico do parlamentar.
Feliciano foi criticado também pelo grupo Aliança Cristã Evangélica, que emitiu nota repudiando as declarações feitas pelo deputado, sobretudo suas interpretações teológicas acerca do continente africano.
- Vem a público para repudiar o uso inadequado das Escrituras Sagradas, a Bíblia, juntamente com as interpretações e afirmações daí decorrentes, especificamente as feitas quanto a supostas maldições existentes sobre africanos e negros. Afirmações desta natureza são fruto de leitura mal feita de parágrafos bíblicos, tomados fora do seu contexto literário e teológico, que acabam por colaborar com os interesses de justificar pensamentos e práticas abusivas, contrárias ao espírito da Palavra de Deus, cujo foco está na Justiça, na Libertação e na promoção da Vida e Dignidade Humana – diz a nota.
Essa semana, o deputado ainda prestou depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF), negando ter cometido estelionato contra uma produtora de eventos do Rio Grande do Sul. Ele foi acusado de ter recebido R$ 13,3 mil (em valores atualizados) para participar de evento religioso em 2008 e não ter comparecido.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Justiça reconhece união estável de um homem com duas mulheres


Justiça reconhece união estável de um homem com duas mulheresCasamento a três já é permitido no Brasil
A Justiça do Amazonas reconheceu nesta segunda-feira a união estável de um homem com duas mulheres. O processo foi aberto em 2008, cerca de dois anos após o falecimento do homem, cujo nome não foi revelado.
No confuso caso, o homem foi casado com uma mulher e teve filhos com ela. Após separar-se, foi morar com outra e  tiveram um casal de filhos. Enquanto moravam juntos, ele teve mais dois filhos com a primeira mulher.
Quando o companheiro morreu, as duas mulheres ficaram impedidas de receber os direitos previdenciários e de resolver questões patrimoniais. Durante as audiências foram ouvidas as mulheres e os filhos do falecido, além de vizinhos, colegas de trabalho e conhecidos. Desde o início ficou claro que as mulheres não tinham conhecimento da existência uma da outra e nem dos filhos gerados nesses relacionamentos.
O juiz Luís Cláudio Cabral Chaves, da 4ª Vara de Família e Sucessões da Comarca de Manaus, reconheceu a união paralela e disse que a Constituição Federal de 1988 ampliou o conceito de família: “O Direito passou a proteger todas as formas de família, não apenas aquelas constituídas pelo casamento, o que significou uma grande evolução na ordem jurídica brasileira, impulsionada pela própria realidade”.
Segundo o juiz, esse tipo de reconhecimento envolvendo famílias não tradicionais cada vez mais deve ser enfrentada pelo Judiciário. “Não se pode permitir que em nome da moral se ignore a ética, assim como que dogmas culturais e religiosos ocupem o lugar da Justiça até porque o Estado brasileiro é laico, segundo a Constituição Federal”, justificou.
A partir de agora, as duas poderão receber seus direitos previdenciários e resolver questões patrimoniais em termos de igualdade. Tal decisão abre possibilidade para que outras famílias em situações semelhantes possam pedir esse direito na Justiça. Com informações de Terra.

Homem é preso e alega que transportava o diabo


Homem é preso e alega que transportava o diaboHomem é preso e alega que transportava o diabo
A polícia do Texas prendeu um homem que dirigia em alta velocidade na cidade de Trinity. Após receber ordem de parar, o motorista Norman Damon Foley, 36, passou a dirigir de forma perigosa e tentou fugir, mas foi perseguido e detido.
O chefe de polícia local, Steve Jones disse que a família do homem informou que ele vinha agindo de forma estranha. Durante o inquérito, alegou que andava a cerca de 140 quilômetros por hora, pois tinha pressa para realizar algo muito importante. Disse que tinha prendido o diabo entre os galhos que estavam na traseira de sua picape. Foley afirmou que precisava queimar o demônio antes que fosse tarde demais. Os policiais disseram que o veículo carregava apenas galhos secos.
A polícia realizou um teste no bafômetro e percebeu que Foley não estava embriagado nem drogado. Ele está preso,  acusado de desacato e tentativa de fuga após ordem de prisão. Com informações WBTV. 

Em que caso a Bíblia permite o divórcio?


Em que caso a Bíblia permite o divórcio?Em que caso a Bíblia permite o divórcio?
A coluna “Pastor Malafaia responde”, do site Verdade Gospel, abordou o assunto do divórcio explicando quais os casos onde a separação do casal é permitida de acordo com a Bíblia.
Malafaia escreve respondendo a pergunta de um internauta que questionou se na Lei de Moisés o divórcio era ou não permitido. “Não havendo infidelidade, o divórcio é ilegítimo, pois não põe fim ao vínculo do casamento”, disse.
“De acordo com a Bíblia, para Deus, o ideal é que não haja traição e que, havendo, o perdão seja liberado. Mas, por causa da dureza do coração do homem (Mateus 19.8), da sua incapacidade de perdoar, o traído pode divorciar-se e casar-se de novo.”
O pastor presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo deixa claro que o problema entre marido e mulher precisa ser resolvido, e que, para isso, deve haver esforço de ambas as partes para que o divórcio não aconteça.
“O divórcio deve ser empregado apenas em última instância”, ensina Silas Malafaia.
O texto também fala que não há base bíblica para impedir que o divorciado se case novamente. Nem mesmo o texto de Romanos 7. 1 a 3 diz sobre isso. O contexto [do texto de Romanos] não permite tal entendimento. “O objetivo do apóstolo Paulo era mostrar, especificamente aos judeus, a diferença entre a antiga e a nova aliança.”
Leia:
O padrão divino para o casamento é, segundo as palavras de Jesus, que seja indissolúvel (Marcos 10.9). Mas há uma larga diferença entre o ideal e o real. Logo, conhecendo a dureza do coração humano e seus problemas de relacionamento, Deus permitiu exceções ao Seu projeto inicial, especialmente em casos de violência doméstica, abusos emocionais e sexuais e casos contumazes de adultério.
Quando foi indagado a respeito de o divórcio ser ou não permitido segundo a Lei mosaica, Jesus explicou: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, ao princípio, não foi assim. Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério. Mateus 19.8,9
Não havendo infidelidade, o divórcio é ilegítimo, pois não põe ¬ m ao vínculo do casamento. Mas, o mesmo não se pode dizer quando o motivo é o adultério. No caso de simples repúdio por motivo fútil, o divórcio é ilegítimo aos olhos de Deus.
De acordo com a Bíblia, para Deus, o ideal é que não haja traição e que, havendo, o perdão seja liberado. Mas, por causa da dureza do coração do homem (Mateus 19.8), da sua incapacidade de perdoar, o traído pode divorciar-se e casar-se de novo.
Entretanto, isso não significa que o divórcio deva acontecer automaticamente quando o cônjuge comete adultério. Aqueles que descobrem que seu parceiro foi infiel devem primeiro fazer todo o esforço para perdoar, reconciliar-se e restaurar o relacionamento.
O divórcio deve ser empregado apenas em última instância, quando o adúltero não demonstrar arrependimento genuíno repetindo esse ato vil que abala a confiança do cônjuge, machuca-o e desestrutura o vínculo conjugal.
Algumas pessoas empregam Romanos 7.1-3 para respaldar uma posição contrária a um novo casamento em qualquer hipótese. Afirmam que o que traiu e o que foi traído estão ligados até a morte. O contexto não permite tal entendimento. O objetivo do apóstolo Paulo era mostrar, especificamente aos judeus, a diferença entre a antiga e a nova aliança.
Utilizar esse texto para condenar o divórcio em qualquer hipótese é ser mais duro do que Jesus. É obrigar a pessoa a conviver com o outro sem jamais poder divorciar-se, ainda que seja traída ou agredida repetida e continuamente.
Se a nova aliança condenasse alguém a esse tipo de jugo, não se faria superior em nada à antiga, já que a Lei mosaica, nesse sentido, seria mais humana, tolerante e justa. Os judeus não tinham o casamento como indissolúvel. Eles conheciam as exceções. Jesus as interpretou de forma mais eficaz e restrita.
SUGESTÕES DE LEITURA:
Marcos 10.1-12; Lucas 16.18; Romanos 7.3

Vídeo em que Marco Feliciano afirma que morte de John Lennon foi “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” gera críticas ao pastor. Assista

Vídeo em que Marco Feliciano afirma que morte de John Lennon foi “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” gera críticas ao pastor. Assista

Os holofotes sobre Marco Feliciano (PSC-SP) continuam acesos e novas polêmicas são trazidas à tona, em sequência. A última fonte de controvérsia é um vídeo onde o pastor afirma que a morte do cantor John Lennon seria consequência de um deboche feito por ele contra Deus.
John Lennon foi vocalista da banda inglesa The Beatles, e acabou assassinado em 08 de dezembro de 1980 por Mark Chapman, com quatro tiros. Anos antes, Lennon havia causado polêmica ao dizer que sua banda era mais conhecida no mundo do que Jesus Cristo.
No vídeo, Feliciano prega num evento pentecostal e afirma que “queria estar lá no dia em que descobriram o corpo dele” para dizer “me perdoe John, mas esse primeiro tiro é em nome do Pai, esse é em nome do Filho, e esse é em nome do Espírito Santo”.
O pastor interpreta a declaração de Lennon sobre sua popularidade como uma afronta: “John Lennon estava olhando para as câmeras e dizendo: ‘Nós somos uma nova religião’”, diz o pastor, que conclui: “Ninguém afronta Deus e sobrevive para debochar”.

Confira no vídeo abaixo:



Embora a declaração não tenha sido bem recebida em nenhum dos segmentos do cristianismo, em 2008 o papa Bento XVI fez uma declaração perdoando John Lennon por sua polêmica frase.
A repercussão do vídeo nas redes sociais rendeu novas críticas ao pastor, que vem sendo pressionado a deixar a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados devido às suas diversas declarações polêmicas e posição contrária à prática homossexual.
Seu maior adversário político, deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) criticou indiretamente as falas do pastor sobre a morte de John Lennon: “Só uma pessoa fanática ou com muita má fé pode considerar o assassino de John Lennon um instrumento de vingança de Deus”, escreveu no Twitter.

Mamonas Assassinas

Outra polêmica declaração de Marco Feliciano sobre morte de artistas famosos vem sendo reverberada nas redes sociais.
No vídeo gravado no mesmo evento em que o pastor comentou a morte de John Lennon, Feliciano fala sobre o acidente que levou os Mamonas Assassinas à morte, e sua declaração de que “Deus fulminou” a banda paulista tem sido criticada.
O grupo ficou conhecido por suas letras irreverentes sobre diversos temas, e obteve sucesso meteórico, vendendo 1,5 milhão de cópias.
Feliciano diz no vídeo que o alvo dos Mamonas eram as crianças, e com isso, “mexeram com a santidade de Deus”.
“Eu sei o que aconteceu ali. O avião estava no céu, região do ministro do juízo de Deus. Lá na Serra da Cantareira, ao invés de virar para um lado, o manche tocou para o outro. O anjo pôs o dedo no mache. E Deus fulminou aqueles que tentaram colocar palavras torpes na boca das nossas crianças”, diz o pastor.
No Youtube, um usuário critica o pastor e questiona outros pontos: “Fatalidade então é castigo de Deus? E as impunidades? E os genocidas? Gente que hipocrisia deste pastor! E o piloto, Deus matou porquê então?”.

Confira no vídeo abaixo:

Pesquisadores afirmam que evangelho apócrifo de Judas não foi falsificado; Análises químicas determinaram que o livro foi escrito no ano 280 D.C.





Pesquisadores afirmam que evangelho apócrifo de Judas não foi falsificado; Análises químicas determinaram que o livro foi escrito no ano 280 D.C.

O Evangelho apócrifo de Judas, descoberto na década de 1970 e tema de polêmicas no meio cristão por apresentar uma visão diferente sobre o discípulo que é tratado como traidor nos demais evangelhos, teve a data original de sua escrita descoberta por pesquisadores.
Nesta segunda-feira, 08 de abril, a Sociedade Química dos Estados Unidos foi palco do anúncio dos resultados da análise química feita no documento. Para determinar a data, os pesquisadores compararam o documento com escritos egípcios antigos, de pelo menos 1.700 anos.
Através de processos como radiocarbono, análise microscópica e de produtos químicos, foi possível determinar que o documento foi escrito por volta do ano 280 D.C., provando assim que o Evangelho de Judas não teria sido falsificado recentemente, como sugeriam alguns pesquisadores.
Porém, a descoberta da data original em que o livro apócrifo foi escrito, não significa que seu conteúdo seja verídico. No texto há a sugestão de que Jesus teria pedido a Judas que o entregasse aos soldados romanos, pois sua morte seria o meio para libertar seu espírito de seu corpo.
O Evangelho de Judas está escrito na língua copta, que era usada no Egito Antigo, e atualmente, está exposto no Museu Copta, em Cairo, segundo informações do G1.
A pesquisa descobriu ainda que a tinta usada para escrever o texto foi colocada no papel quando ele ainda era novo e ainda não havia sido enrolado, como se fazia com os pergaminhos, pois o papel passou pelo processo natural de envelhecimento já com a tinta nele.
Segundo o cientista Joseph Barabe, que detalhou os resultados alcançados com as análises, a tinta encontrada no Evangelho de Judas tem características semelhantes às das tintas usadas em contratos de casamento e de terras do Egito do século 3 d.C.

Pastor Marco Feliciano anuncia que só renuncia se mensaleiros do PT que estão em outra comissão renunciarem também; Reunião selou autorização para manifestantes voltarem às sessões

 
Os líderes de partido e Marco Feliciano (PSC-SP) se reuniram hoje no gabinete do presidência da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e ouviram do pastor que a possibilidade de renúncia não existe, e que pode flexibilizar a entrada para as sessões da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).
Após a reunião, alguns participantes se mostraram indignados com a proposta oferecida pelo Pastor Marco Feliciano ao sugerir que renunciaria se os deputados José Genoino e João Paulo Cunha, ambos do PT de São Paulo e condenados pelo escândalo do Mensalão, renunciassem à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Segundo Rubens Bueno, líder do PPS na Câmara, o pedido é “inadequado para o momento”. Ele ainda classificou a proposta como “jogo baixo. Não podemos confundir uma coisa com a outra”.
O líder do PSC na Câmara, deputado André Moura (SE), afirmou à Agência Câmara de Notícias que o pastor Marco Feliciano abrirá as sessões “se os manifestantes se comportarem de forma respeitosa”.
Moura disse ainda que o andamento dos trabalhos não poderia ser prejudicado, portanto a medida havia sido tomada: “A partir do momento que os manifestantes entendam que as reuniões da comissão podem ocorrer de forma respeitosa, tenho certeza de que Feliciano não usará do dispositivo que tem em mãos e abrirá as sessões [...] Para que ele abra a sessão, é necessário que os manifestantes deixem ele presidir e deixem as matérias que estejam em pauta serem discutidas e votadas”, declarou o deputado.
A medida que Feliciano adotou chegou a ser criticada pela Ordem dos Advogados do Brasil, que divulgou nota afirmando que o fechamento das sessões “remete a tempos obscuros e arbitrários de nossa história política, onde os direitos humanos somente podiam ser discutidos a portas fechadas”.
O deputado Ivan Valente (SP), líder da bancada do PSOL na Câmara, criticou a postura do pastor Marco Feliciano em não renunciar: “Isso é um desrespeito, pois ele é uma pessoa incompatível com o cargo. Ele somente insiste porque lucra econômica e politicamente com isso”, disse.
Feliciano saiu da reunião sem falar com a imprensa, mas segundo Ivan Valente, o pastor teria dito que “não poderia deixar a presidência da Comissão de Direitos Humanos” pelos motivos já alegados, e que estaria sendo perseguido.
O deputado Rubens Bueno, líder do PPS, revelou que Feliciano disse que renunciaria se o PT retirasse os deputados paulistas João Paulo Cunha e José Genoíno de seus cargos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), tida como a mais importante da Câmara. Ambos os deputados foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo do mensalão.
“Isso é um golpe baixo, até porque não há trânsito em julgado da decisão que condena esses deputados”, afirmou Rubens Bueno, que definiu como “inaceitável” a permanência de Feliciano na presidência da CDHM: “Os interesses dele são legítimos, mas eles não podem se sobrepor aos interesses da comissão”.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Coca-Cola é mais conhecida que Jesus Cristo, indica pesquisa



  • Coca-Cola é mais conhecida que Jesus Cristo, indica pesquisa 
     
    Uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria Interbrand, mostrou que a Coca-Cola era a marca mais conhecida do mundo de 2012. Criada em 1886, a multinacional produz cerca de 3.500 produtos, está presente em todos os 200 países do globo e investe por ano aproximadamente dois bilhões de dólares em publicidade.
    Alguns dados sobre a produção e a influência do refrigerante são surpreendentes. Ao redor do planeta, 94% das pessoas reconhecem o nome e o logotipo da Coca-Cola, mas apenas 54% da população identificam a cruz como símbolo do Cristianismo.
    O Instituto de Consultoria de Marketing Sri Sharada estudou as estratégias de promoção da Coca-Cola e afirma : “A pesquisa garante que essa marca é reconhecida por mais de 94% da população do mundo. Há muitos fatores que contribuem para o sucesso da Coca-Cola, no entanto, os principais fatores de seu sucesso são inovação, marketing, e globalização”.
    Segundo o site Unfinished Task [Tarefa inacabada], que acompanha o crescimento da população e o número total de cristãos, estima que dos quase 7 bilhões de habitantes do planeta, 3.6 bilhões de pessoas “não tem oportunidade de ouvir e compreender o Evangelho.” Com informações The Christian Post.

    terça-feira, 2 de abril de 2013

    IGREJA BATISTA NOVA CANAA CHEGA A ZONA RURAL

     Raimunda e Edi - Membros da Equipe
     Líder Ismael


     Equipe Nova Canaã
     Raimundo e Oliete (Casal de Deus e Anfitriões)

     Público presente
    Dia 29 de Março, o Líder da Geração Renascer (Ismael - foto acima) mais equipe, se dirigiram através da Br 364 até a colocação Acurau, onde iniciou-se um promissor trabalho de evangelismo naquela localidade. Nossos Anfitriões, Irmão Raimundo e Irmã Oliete abriram as portas de sua residencia para servir como ponto de pregação do evangelho naquele lugar, onde muitos Ribeirinhos e Colonos daquela região tiveram a oportunidade de prestigiar o culto que foi definitivamente uma bênção.

    Carioca desiste de imitar Edir Macedo no programa Pânico na Band


  • Carioca desiste de imitar Edir Macedo no programa Pânico na Band
  • O humorista Marvio Lucio, o Carioca, do Pânico na Band desistiu do quadro “A Turma do Didi Maiscedo” onde ele imitava o líder da Igreja Universal do Reino de Deus fazendo uma sátira com o programa Fala que eu te escuto, da Record.
    Carioca garante que a decisão de acabar com o quadro partiu dele mesmo e que a produção do programa não fez pressão para que ele desistisse.
    “Religião é difícil. Meu conteúdo estava restrito”, disse o humorista que substituiu o personagem “Didi Maiscedo” pelo “Marcelo Sem Dente”. Mas quem assiste ao programa percebeu que o cenário ainda é parecido com o programa religioso exibido pela Record e que ainda há um personagem que exorciza demônios.
    Além de se sentir “com freio de mão puxado”, Carioca também ficou com medo da incitação religiosa diante dos problemas envolvendo o deputado federal pastor Marco Feliciano.
    “Esse clima de incitação religiosa assusta. Não vale fazer humor com preocupação”, disse ele. As informações são do blog Mauricio Stycer.