sábado, 4 de abril de 2015
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Cientologia: “religião” de celebridades tem seus segredos revelados em documentário
A Cientologia teve detalhes e segredos internos revelados por um documentário exibido no último domingo pelo canal de televisão norte-americano HBO.
O filme “Going Clear: Scientology and the Prison of Belief” (“Esclarecendo: Cientologia e a Prisão de Crença”, em tradução livre do inglês) mostrou alguns dos segredos do grupo religioso e fez sérias acusações contra seus líderes.
A Cientologia foi fundada no estado norte-americano da Califórnia na década de 1950 pelo escritor Ron L. Hubbard. Segundo informações da BBC, em alguns países – incluindo os Estados Unidos – a Cientologia é considerada uma religião, mas na França é vista como uma seita.
Dentre os segredos revelados pelo documentário, que foi feito a partir de um livro do premiado jornalista Lawrence Wright, estão o fato de que os membros da Cientologia são submetidos a abusos físicos e psicológicos.
Os adeptos da Cientologia são submetidos a um ritual de “desligamento”, quando são obrigados a cortar relações com amigos e parentes próximos que não sigam a mesma crença.
Muitos dos membros são submetidos a trabalhos forçados se forem flagrados descumprindo as exigências da “igreja”, e são enviados para um local chamado “The Hole” (“o buraco”).
Outro detalhe é a força política da “religião”, que conta com muitas celebridades de Hollywood entre seus adeptos, como por exemplo, os atores Tom Cruise e John Travolta. Para ser reconhecida como uma religião e ficar isenta do pagamento de impostos, os líderes da Cientologia fizeram um movimento de pressão à IRS – equivalente à Receita Federal no Brasil – e conseguiram ficar livres da tributação.
O documentário revelou ainda que, ao contrário da ampla maioria das religiões, a Cientologia só permite que os novatos conheçam seus segredos depois de um período, e mediante o pagamento de grandes quantias de dinheiro.
A cada pagamento, sobem um degrau dentro da estrutura da organização, e a ascensão completa na hierarquia leva anos. Um desses degraus é conhecido como “Operating Thetan III”, que é o nível que dá acesso a escritos do próprio Hubbard, fundador da crença. Nesses documentos, eles conhecem a divindade Xenu, “um ditador galático que há 75 milhões de anos teria trazido milhões de pessoas à Terra em naves espaciais, depositando-as em vulcões e aniquilando-as com bombas de hidrogênio”.
Por fim, o documentário revelou que fim do casamento de 11 anos entre Tom Cruise e Nicole Kidman foi causado pelos líderes da Cientologia, que viam na atriz um risco à “religião”, pois ela havia sido criada no catolicismo e é filha de um psicólogo, profissão vista como inimiga da “igreja”. O filme também destacou que o ator John Travolta não abandona a Cientologia por ter medo que detalhes de sua vida pessoal sejam revelados ao público como forma de retaliação.
Conheça a igreja que abriga local onde acreditam que Jesus foi sepultado
Ela é mais modesta do que se imagina. Pelo menos por fora. Construída em pedras que camuflam toda Jerusalém e com um portão imponente, porém discreto, a igreja que sacramenta a fé dos cristãos de todo o mundo passa quase despercebida por quem circula pelas vielas estreitas e abarrotadas de lojas da Cidade Velha. Não há cruz evidente, não há gárgulas, não há protocolo. No Santo Sepulcro, todo mundo entra.
A porta abre às 4 horas da manhã. Não que a expectativa seja encontrar muita gente por lá a esse horário. Meia hora mais tarde, porém, a primeira missa do dia é rezada na edícula pelos católicos romanos. Esta será seguida por outras, a cada meia hora, até às 7h45. A gestão da edícula passa então para as mãos da Igreja Ortodoxa Grega.
Ao se deixar para trás os muitos turistas sentados nos degraus da rua em frente à igreja, a atmosfera se transforma. De imediato, o que se vê ao entrar no Santo Sepulcro não é um altar. A poucos passos da porta, um dos grandes símbolos da fé cristã, a pedra da unção, está inteira à disposição de quem queira tocá-la, beijá-la ou mesmo reclamar sobre ela.
É neste momento que a força do local se impõe. Em poucos segundos, quem observa o monumento dificilmente se mantém indiferente a um número contínuo de pessoas que se coloca de joelhos para, em seguida, fazer alguma reverência ao pedaço de pedra de cerca de 1,70 m de comprimento. É a fé.
Andressa Rovani/UOL
Visitantes tocam a pedra da Unção, na entrada da igreja do Santo Sepulcro
Pela tradição cristã, foi ali, na pedra hoje rodeada por candelabros e decorada com campanários, que o discípulo José de Arimateia deitou e perfumou o corpo de Jesus Cristo com mirra e aloés para que fosse enterrado depois de ser retirado da cruz.
O brasileiro Emerson Lima e a filha Isabela estão a postos. Ele coloca seus pertences em um dos cantos da pedra – o ato, repetido por muitos, é feito em busca de benção que se acredita transmitir para cada um dos objetos. Há carteiras, fotos, chaves, lenços. “Jesus veio à Terra para mostrar que devemos nos respeitar uns aos outros. Pena que não acreditaram nele e ele teve que partir”, diz ele, emocionado. “Mas ele está vivo em nós.”
Se o exterior austero sugere modéstia, o interior deslumbra em detalhes. Logo atrás da pedra da unção, a parede de grandes proporções impõe à toda vista um mosaico armênio dos anos 1970 em tons dourados. Ele pode ser visto desde a entrada e representa as cenas em que o corpo de Jesus é tirado da cruz, acompanhado pelas três Marias.
Mais alguns passos e é possível ver uma construção no nível superior, acessível por uma escada íngreme e estreita. Esta parte elevada foi construída pelos cavaleiros da primeira Cruzada, que há quase mil anos rumaram para o Oriente com a missão de libertar o Santo Sepulcro e toda a Terra Santa da dominação muçulmana.
No alto, estão a Capela da Crucificação, administrada pelos católicos romanos, e o Altar do Calvário, que pertence aos ortodoxos gregos. É aqui, neste ponto, em que, pela tradição cristã, a cruz de Jesus foi erguida. Simbolicamente, há no alto a imagem de Jesus crucificado. De cada lado do altar, caixas de vidro deixam ver a rocha branca que permitiu a fixação da cruz. No meio, por baixo do altar, há um pequeno buraco no qual é possível tocar a pedra santa. Para isso, é preciso ficar de joelhos diante do altar. Uma fila permanente de peregrinos aguarda sua vez: é hora de fazer pedidos e deixar pequenas cruzes trazidas do país de origem.
Andressa Rovani/UOL
Fiéis se ajoelham para rezar na capela do Calvário, diante da pedra na qual a cruz de Jesus teria sido erguida
O Santo Sepulcro abriga cinco das 14 estações da Via Crucis. Percorrer os passos de Cristo, estar onde ele esteve, meditar sobre o caminho da dor é o que impulsiona milhares de peregrinos em direção à igreja, desde que ela foi construída, no século 4. Para celebrar a Páscoa, missas e procissões tomam conta desse trajeto, que recebem também muitos brasileiros.
A busca pelos símbolos sagrados impulsionava viajantes de todo o mundo desde a ressurreição de Cristo. Helena, mãe do imperador romano Constantino, era um deles. Em peregrinação a Jerusalém por volta do ano 330 d.C., ela, hoje Santa Helena, empreendeu buscas pela cruz sagrada. E a encontrou dentro de uma antiga cisterna. O local ainda existe e pode ser visitado dentro do Santo Sepulcro, ao lado de uma parede com milhares de pequenas cruzes deixadas por peregrinos armênios ao longo dos séculos como prova de sua devoção.
Movida pela descoberta da cruz e da tumba da ressurreição, Santa Helena manda erguer no local uma igreja para demarcar o monte Gólgota, do calvário, e preservar o local mais sagrado dos cristãos, o da ressureição. Assim nasce o Santo Sepulcro, em 335 d.C. O coração da igreja, onde as seis comunidades cristãs que dividem cada metro da construção se encontram, guarda a tumba na qual o corpo de Jesus foi colocado. É em torno dela que giram as principais missas, que se formam filas de visita e para onde são dirigidas as orações.
Quando a porta se fecha, começam os serviços noturnos. A primeira missa é celebrada pela Igreja Ortodoxa Grega, a 0h30, duas horas mais tarde seguida pelos armênios. Os incensários são acesos e garantem a atmosfera única que o visitante vai encontrar dali a poucas horas, já no dia seguinte.
Andressa Rovani/UOL
Área destinada à Igreja Ortodoxa Grega, dentro do Santo Sepulcro
Jerusalém abriga dois locais santos do sepultamento
Antes da chegada de Santa Helena a Jerusalém, no século 4, a busca pelos sinais que Jesus teria deixado já motivava viagens de peregrinos à região. Mas, com Helena e o anúncio da localização desses elementos, os peregrinos passaram a ter certeza de que poderiam se dirigir a um lugar onde teriam um encontro profundo com Jesus, explica o professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, André Chevitarese.
Na medida em que esses sítios eram organizados por Helena, ela manda construir igrejas. No mais sagrado de todos eles, que guardava os locais de crucificação e ressureição de Jesus, construiu-se aquela que ainda é, depois de 1680 anos, a maior igreja da Cristandade.
Os evangélicos e protestantes, porém, acreditam que Jesus foi enterrado e ressuscitou em outro ponto da cidade de Jerusalém, localizado fora dos muros da Cidade Antiga. O terreno abriga o Jardim da Tumba, a poucos passos de onde hoje se encontra o portão de Damasco, foi comprado em 1894 por uma associação britânica que administra o lugar e passou a ser destino de peregrinos desde então.
O historiador alerta que todas as referências dos sítios sagrados cristãos, sem exceção, datam do século 4 em diante. Isso quer dizer que entre a experiência vivida por Jesus e a localização desses sítios se passaram 300 anos, no caso de Helena, e mais de 1800 anos, no caso do Jardim da Tumba.
"Isso sugere que muitos desses sítios são mais o desejo de homenagear a liderança religiosa do que o local exato em que os fatos ocorreram", diz ele. Para a fé, ele foi enterrado ali naquele local exato, de onde ressuscitou após três dias. "Para a ciência, é preciso considerar que, no Império Romano, que ia das Ilhas Britânicas até o Iraque, a crucificação era mais comum do que se pode imaginar".
quarta-feira, 25 de março de 2015
Um dia é preciso Crescer
I Corintios 13:11 “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino”.
A vida é algo interessante. Quando se nasce já se inicia a contagem regressiva para o fim. O que torna a vida especial é a maneira como se vive. Existem pessoas que passam por ela e logo desaparecem e ninguém percebe a sua falta. É possível alguém viver e não ser o ator principal de sua vida, mas ser coadjuvante. No máximo uma pessoa vive 100 anos, é um bom tempo para se crescer e desenvolver relacionamentos interpessoais tornando a vida um tanto agradável. Se isso é o que torna a vida especial, então chega uma hora que é preciso crescer.
O grande divisor de águas na vida de uma pessoa é quando ela começa a perceber que tem coisas que já não lhe diz respeito, pois são coisas de menino. Essa bifurcação divide os meninos dos homens e as meninas das mulheres. Chega uma hora que é preciso escolher entre continuar menino, vendo a vida de uma perspectiva infantil, onde se acredita que tudo gira em torno de si como um menino mimado que não mede as consequências, pois pensa que o mundo é seu playground. Infelizmente o mundo está cheio de pessoas assim! Não conseguem sair do seu casulo para enxerga a beleza da vida que está em se relacionar com as pessoa. Para que isso aconteça é preciso que haja um processo conhecido como metamorfose, mudança ou mesmo transformação da mente, onde aqui denominarei de crescimento.
“A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original”. Albert Einstein
Concordo com o gênio em gênero, número e grau! A mente de uma pessoa fechada é atrofiada só enxerga o mundo à parte da sua visão. Mas a mente da pessoa que se abre para uma nova idéia disposta a “crescer” nunca mais voltará a ser a mesma. Ela percebe a beleza da diversidade, a importância da solidariedade em fazer o bem ao próximo e o amor singelo, mais real no sorriso de uma criança. Crescer provoca incômodo e até mesmo desconforto, pois é preciso largar velhos pensamentos, se levantar da poltrona desligar o vídeo game, e tomar uma atitude de gente grande.
"A verdadeira liberdade não está em fazer tudo que se tem vontade, mais em ter o controle de escolher não fazer aquilo que se tem vontade."
Fernanda Montenegro diz que boicote contra Babilônia é “caça às bruxas”; Novela terá cena de aborto
Fernanda Montenegro concedeu uma entrevista à revista Veja e afirmou que o boicote feito à novela é uma espécie de “caça às bruxas”, e que essa reação do público não era esperada.
“Não esperávamos essa reação. A situação toda do país está muito extremada, na discussão política e sobre comportamento. Todos temos o direito de se posicionar. Não tiro o direito de ninguém. O problema é a radicalização desse pensar e no que ele pode se transformar. É caça às bruxas, de todos os lados”, disse Fernanda Montenegro.
A reação dos responsáveis pela condução da novela é radicalizar ainda mais, e tentar vencer o boicote pelo choque. Segundo informações do jornalista Daniel Castro, a novela mostrará, ainda essa semana, cenas de aborto, racismo e uso de drogas. Tudo para recuperar a audiência, que ficou na casa dos 22 pontos no último sábado, 11 a menos que o registrado na estreia, e metade da audiência conquistada por sua antecessora, Império, no último capítulo.
A cena de aborto não será explícita, pela descrição dos sites especializados em novela, mas implicará em críticas ao personagem do ator Marcos Palmeira, que é prefeito de uma cidade fictícia e defensor da “moral e dos bons costumes”. Sua empregada será flagrada entrando numa clínica de aborto para interromper a gestação que resultou de um caso com o patrão.
Concorrência
O jornalista Lauro Jardim informou que Babilônia deverá ter ainda mais dificuldades para cair no gosto dos telespectadores porque a TV Record acaba de estrear sua primeira “novela bíblica”, Os Dez Mandamentos.
No primeiro capítulo da segunda semana, Babilônia registrou média de 23 pontos, contra 10 da novela da Record.
De acordo com o colunista da revista Veja, Babilônia “teve um problema adicional para conquistar mais telespectadores. Se na semana passada, o Jornal Nacional marcou 29 pontos, hoje registrou vinte pontos na Grande São Paulo. A Record, a propósito, estreou hoje sua nova novela, Dez Mandamentos, que registrou dez pontos, o mesmo número alcançado pelo SBT”, relatou.
terça-feira, 24 de março de 2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
7 casos de pessoas que cometeram crimes horríveis em nome de Satã
Quando o assunto diz respeito aos adoradores do diabo, o comum é que a maioria das pessoas espere apenas coisas ruins vindas desse pessoal — e o que não faltam pelo mundo são histórias de supostos sacrifícios, torturas e assassinatos pavorosos que teriam sido cometidos em nome do Maligno.
É importante destacar que muitas vezes os casos que acabam sendo associados aos satanistas não têm qualquer relação com o cumprimento de comandos do Príncipe das Trevas — e infelizmente não passam de atrocidades praticadas por pessoas de má índole mesmo. Contudo, a verdade é que existem alguns crimes que realmente foram executados em nome de Satã, e nós aqui do Mega Curioso reunimos sete exemplos para você conferir:
1 – Jarno Elg
No final da década de 90, o finlandês Jarno Elg — que era adorador de belzebu — torturou, estrangulou e devorou partes do corpo de um jovem de 23 anos. Por incrível que pareça, Elg conseguiu convencer outras três pessoas a participar do ritual, que aconteceu embalado ao som da banda de black metal norueguesaAncient. A polícia chegou até o finlandês após encontrar uma das pernas da vítima, e Elg foi condenado à prisão perpétua.
2 – Nikolai Ogolobyak
Nikolai, na verdade, era o líder de um grupo de jovens russos que há alguns anos realizou sacrifícios humanos em nome de Satanás. Os garotos levaram quatro colegas de escola até um bosque e, depois de embebedá-los, esfaquearam cada um deles 666 vezes. Não satisfeitos, os jovens satânicos ainda removeram os genitais, os escalpelaram e comeram partes dos corpos das vítimas assadas em uma fogueira.
Quando foram presos, um dos membros do grupo de assassinos disse que não sentia medo já que, graças aos sacrifícios, tinha certeza de que o diabo o ajudaria a escapar da cadeia. Outro teria contado às autoridades que havia tentado seguir a Deus, mas, como não havia ganhado nenhum dinheiro com isso, ele teria se voltado ao demônio — e as coisas haviam melhorado.
3 – Bestas de Satã
No final da década de 90, o grupo italiano conhecido como as “Bestas de Satã” — composto por amigos fãs de black metal — assassinou dois adolescentes durante um ritual satânico e, depois de enterrá-los, teriam dançado sobre suas sepulturas gritando que os coitados haviam se transformado em zumbis. O grupo foi pego seis anos mais tarde depois de cometer outro duplo assassinato, e todos foram julgados e presos.
4 – Ricky Kasso
Preste atenção no rapaz acima. Ele parece meio desequilibrado para você? Na década de 80, Ricky Kasso não só vivia pra lá de louco por conta de problemas mentais e abuso de drogas como acreditava que devia seguir os comandos do Anjo das Trevas — que falava com ele por intermédio de um corvo.
Pois, obedecendo às ordens do tinhoso, Kasso convenceu um amigo — um jovem chamado Gary Lauwers — a acompanhá-lo até um bosque, colocou uma faca em seu pescoço e o obrigou a anunciar em voz alta que amava Satã. Depois disso, o discípulo do diabo matou Lauwers, arrancou seus olhos e o enterrou.
5 – Manuela e Daniel Ruda
Eis um casal com o qual você não ia gostar de tropeçar um dia! Em 2001, Manuela e Daniel Ruda — que costumavam desfilar com dentes de vampiro e cruzes invertidas raspadas em suas cabeças — receberam uma mensagem do capiroto na qual ele pedia por um sacrifício humano. Como bons servos da escuridão, os dois obedeceram, assassinando Frank Hackert, um colega de trabalho.
Os Ruda convidaram Hackert para uma visita e o mataram com 66 facadas. Além disso, o casal ainda atacou seu rosto e mãos com um machado e desenhou um pentagrama em seu torso — além de beber o sangue da vítima para celebrar. A dupla maligna foi pega após a mãe de Manuela alertar as autoridades depois de receber uma carta sinistra da filha.
Quando chegaram ao apartamento do casal, além de muito sangue por todos os lados, os policiais encontraram o corpo de Hackert dentro de um caixão que Manuela às vezes usava como cama. Segundo os assassinos, Hackert foi escolhido devido a seu bom humor, assim sua alma poderia alegrar o diabo uma vez chegasse ao inferno, e Manuela confessou ter ficado muito decepcionada por não ter se transformado em vampira depois do sacrifício.
6 – Ripper Crew
O grupo “Ripper Crew” era composto por quatro serial killers que entre 1981 e 1982 apavoraram as ruas de Chicago. Os jovens pegavam prostitutas com uma van e levavam as mulheres até o apartamento de um deles — onde as matavam enquanto liam passagens da Bíblia do Diabo. Depois de assassiná-las, os satânicos abusavam das vítimas e extirpavam seus seios, além de comer partes de seus corpos.
7 – Rodrigo Orias Gallardo
Em 2004, o chileno Rodrigo Gallardo — fã desequilibrado de black metal que, além de ter várias tatuagens satânicas pelo corpo, tinha um pentagrama marcado a ferro no lado esquerdo do peito — foi até a missa, esperou pacientemente até o final da celebração e, então, sacou uma adaga e cortou a garganta de Faustino Gazziero, o padre da congregação.
Depois, Gallardo se besuntou com o sangue do sacerdote e usou a mesma adaga para esfaquear o próprio corpo várias vezes. Segundo as autoridades, o chileno não estava sob influência de álcool e drogas, o que levou à dedução de que o crime era um ataque direto contra a igreja. Durante o julgamento, os advogados de Gallardo alegaram que o rapaz sofria de esquizofrenia e ele cumpriu apenas 3 anos de reclusão em uma instituição psiquiátrica.
Bônus
Os três de West Memphis
O caso que vamos contar agora envolve um trio de adolescentes inocentes que foram acusados de crimes atrozes simplesmente por serem fãs da banda errada e terem interesse em ocultismo. Tudo aconteceu na década de 90, quando os corpos de três meninos de 8 anos idade foram descobertos — nus, com as mãos e os pés amarrados com cadarços e cruelmente espancados — na cidade de West Memphis, nos EUA.
Os investigadores associaram os assassinatos com algum tipo de culto satânico e logo rumores sobre adoradores do diabo começaram a circular pela cidade, levando as autoridades até os adolescentes — tidos como supostos satanistas. Na época, algumas testemunhas chegaram a declarar que haviam visto uma das vítimas entrar em um carro com um homem negro, mas, como essa pista não correspondia à do ritual, ela foi abandonada.
Na falta de evidências, os policiais usaram uma das testemunhas para se aproximar dos adolescentes suspeitos, e foi então que os relatos de que os jovens bebiam sangue e realizavam reuniões sinistras começaram a vir à tona. E, com base nesses rumores, e no fato de que um dos garotos usava camisetas da banda Metallica e outro havia emprestado um livro sobre bruxaria na biblioteca local, os três de West Memphis foram acusados pelos assassinatos.
Em 2007, novas evidências foram apresentadas, e a testemunha que havia declarado contra os garotos se desculpou publicamente e revelou que, na época, apenas disse o que a polícia queria ouvir. Depois de uma longa batalha judicial, os três adolescentes tiveram suas sentenças finalmente suspensas — após passarem 18 anos atrás das grades — em 2011, e até hoje existem campanhas para limpar seus nomes.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Rei da Jordânia promete guerra "implacável" ao Estado Islâmico
O rei Abdullah da Jordânia prometeu uma guerra “implacável” ao Estado Islâmico no território do próprio grupo nesta quarta-feira em reação a um vídeo da facção radical que mostra um piloto jordaniano capturado sendo queimado vivo em uma jaula.
A Jordânia enforcou dois jihadistas iraquianos, um deles uma mulher, na quarta-feira, e prometeu intensificar sua ação militar contra o Estado Islâmico.
“Estamos nesta guerra para proteger nossa fé, nossos valores e princípios humanos, e nossa guerra em nome disto será implacável e irá atingi-los em seu próprio solo”, teria dito o rei durante uma reunião de segurança, segundo a televisão estatal.
Parte da aliança liderada pelos Estados Unidos contra os insurgentes, a Jordânia prometeu “uma reação de tremer a terra” ao assassinato de seu piloto, Mouath al-Kasaesbeh, que foi capturado em dezembro quando seu caça F-16 caiu no nordeste da Síria.
O porta-voz do governo, Mohammad al-Momani, declarou nesta quarta-feira: “Estamos falando de um esforço colaborativo entre membros da coalizão para intensificar os esforços para deter o extremismo e o terrorismo e minar, degradar e por fim acabar com o Daesh”, declarou, usando o termo árabe depreciativo para o Estado Islâmico.
Ele disse se tratar da continuidade de uma política já antiga de seu país no combate a militantes islamitas linha-dura, e que o rei Abdullah encurtou uma visita aos EUA e presidiu uma reunião com autoridades de segurança de alta patente na quarta-feira.
“Todas as agências militares e de segurança do Estado estão elaborando sua opções. A reação da Jordânia será ouvida pelo mundo todo, mas esta reação em nível militar e de segurança será anunciada no momento adequado”, declarou Momani.
O Estado Islâmico havia exigido a libertação de Sajida al-Rishawi em troca da soltura de um refém japonês que mais tarde decapitou. Condenada à morte por seu papel em um atentado suicida em Amã em 2005, Rishawi foi executada de madrugada.
A Jordânia também executou um prisioneiro de alto escalão da Al Qaeda, Ziyad Karboli, iraquiano sentenciado à pena capital em 2008.
O piloto jordaniano foi o primeiro da coalizão a ser capturado e morto pelo grupo extremista.
Alguns cidadãos criticaram o rei por envolver o país na guerra encabeçada pelos norte-americanos, o que disseram que irá provocar uma retaliação dos militantes, mas o assassinato do militar produziu uma onda de revolta e pedidos de vingança.
Na terça-feira a Jordânia comunicou que o piloto foi morto um mês atrás, e há semanas o governo colhia informações de que o militar havia sido morto há algum tempo, segundo uma fonte próxima do governo.
Em um discurso televisionado, o monarca exortou a união nacional e disse que a execução do piloto foi um ato de terror covarde de um grupo criminoso que não tem relação com o islamismo.
O indicado do presidente dos EUA, Barack Obama, para a secretaria de Defesa, Ashton Carter, se comprometeu na quarta-feira a solucionar os supostos atrasos nas vendas de armas para a Jordânia.
O governo sírio repudiou o assassinato e instou a Jordânia a cooperar com seu país na luta contra o Estado Islâmico e a Frente Al Nusra, braço da Al Qaeda na Síria. Os EUA descartaram Damasco como parceira na campanha contra os radicais, descrevendo o presidente sírio, Bashar al-Assad, como parte do problema.
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