quinta-feira, 7 de maio de 2015

MARCO FELICIANO QUER INQUÉRITO PARA APURAR BÍBLIA QUEIMADA

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Um jovem queimando um exemplar da Bíblia em um encontro de ateus,  na Universidade Federal do Acre, na semana passada, ganham repercussão nacional.

O pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo PSC de São Paulo, destacou em sua fanpage que o ato é  uma “deflagração do ódio”. O pastor e deputado paulista disse que vai pedir à Polícia Civil do Acre que instaure inquérito sobre o caso para que “fatos lamentáveis” como esse não se repitam.
Leia a mensagem do pastor e deputado Marco Feliciano:
DEFLAGRAÇÃO DO ÓDIO
É com enorme indignação que escrevo esta matéria para tratar de fatos gravíssimos ocorridos no Campus da Universidade Federal do Acre, espaço público acadêmico cedido a um evento autodenominado “4º Encontro Nacional de Ateus”, onde participantes queimaram um exemplar da Bíblia Sagrada.
É inacreditável que fato tão lamentável em si mesmo, tenha ocorrido em Próprio Público de uma Universidade Federal, com usos de cartazes com o logotipo de Partido dos Trabalhadores, pois, o organizador explica esse procedimento por ter tido o apoio desse Partido Político .
O responsável por tão nefasto evento, Senhor Felipe Zanon, em seu fanpage acintosamente como dono da verdade e acima das leis afirma não tolerar qualquer tipo de censura e diz “no dia em que um artista fosse censurado no palco, seu lugar de direito, seria melhor acabar com toda cultura e toda arte”.
Como pode um espaço cultural que é o de uma Universidade ser entregue a um boçal que faz tal afirmação se esquecendo que vilipendiar símbolo religioso é crime, portanto se sua teoria fosse aplicada de forma analógica, um artista no palco poderia cometer qualquer tipo de crime em nome de uma absurda ilimitada liberdade artística.
Vou representar à Polícia Civil do Estado do Acre para que instaure Inquérito Policial para apurar responsabilidades e seus autores, para que fatos lamentáveis como esse não se repitam, e que se lembrem que vilipendiaram um símbolo muito caro a maioria do Povo Brasileiro, se colocando ao nível dos mais sórdidos seres que nem merecem o nome de humanos.
Finalizo esse protesto, lembrando a minha condição de Pastor pedindo a Deus que ilumine essas mentes com a luz do conhecimento que liberta e derrame as mais especiais bênçãos dos Céus sobre todo Povo do lindo Estado do Acre.

ATEU PROMETE QUEIMAR BIBLIA EM FRENTE A REITORIA DA UFAC

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Ateu, Zanon tem uma extensa ficha de problemas com a lei
Em entrevista a reportagem do ac24horas, o organizador da 4º edição do Encontro Nacional de Ateus (ENA), Felipe Zanon, explica que o ato de queimar a bíblia sagrada não tinha como objetivo incitar qualquer sentimento de intolerância religiosa, mas de repudiar “o mal causado pela igreja no que diz respeito aos massacres ocorridos ao longo da história do cristianismo”. Ele diz não ter presenciado o ato, mas autorizou o feito. Zanon é formado em história e estuda o 3º período do curso de Direito da Universidade Federal do Acre (Ufac).
A reportagem tentou contato com o autor do ato, o estudante do curso de filosofia e vocalista da banda Violação Anal, Roberto Oliveira, mas não obtivemos resposta. Ele queimou um exemplar da bíblia em meio a apresentação da sua banda, na 4º edição do Sara(te)u – Uma noite dionisíaca realizada na Ufac.

Questionado quanto ao fator fé x intolerância religiosa, Felipe Zanon é categórico: “Eu acredito em mim mesmo, no que sou, no que posso! Respeito os demais, suas crenças…Não temos problema nenhum em quem crer ou não em Deus. Nós buscamos a laicidade do Estado, queremos um estado sem religião, todos merecem o mesmo respeito, inclusive falam em perseguição, mas nós é quem sofremos perseguição por sermos ateus, porque somos minoria. Nossos cartazes foram rasgados aqui nas dependências da Ufac, até o outdoor com a divulgação do nosso evento foi retirado”.
Com relação aos atos de depredação ocorridos no dia do evento, Zanon destacou que não é a primeira vez que isso ocorre e que outros eventos culturais ocorriam na mesma noite, não podendo, segundo ele, a culpa recair sobre os frequentadores e organizadores do Sara(te)u . Ele alega que em eventos anteriores atos de vandalismo e brigas sempre ocorrem, porém a administração da universidade nunca havia tomado nenhuma medida cabível e diz se sentir perseguido.
“Somente agora a reitoria da Universidade Federal do Acre decidiu tomar uma atitude mais drástica, aproveitaram o que aconteceu (queimação da bíblia) para pegar carona e nós colocarem como culpados”, disse Felipe Zanon, que aproveitou para mandar um recado nada amistoso ao reitor da Ufac, Minoro Kimpara. “Se a reitoria não aclarar e rever a situação que levou a suspender os eventos, bem como a real motivação acerca da proibição de novos eventos musicais, eu mesmo vou tocar fogo em outra bíblia, desta vez na frente da reitoria. Daí sim, terão motivos para me culpar realmente porque até agora estou sendo culpado por algo que não fiz”.
Por fim, Zanon explica que o evento não contou com o patrocínio, nem apoio de políticos. Ele afirmou que alguns foram convidados para o debate que antecedeu a programação, no dia 30 de abril, mas que alguns deles não puderam comparecer ao evento, onde seriam palestrantes, entre eles, Francisco Nepomuceno, o Carioca do PT, que cancelou sua participação no debate devido a agenda governamental.
Conhecido por fazer parte de uma das alas mais radicais do PT no Acre, Felipe Zanon, que é estudante de direito na Universidade Federal do Acre, já foi policial militar, mas foi expulso da corporação por indisciplina.  Em julho do ano passado,  o petista foi preso preventivamente acusado de agredir e chantagear garotas com vídeos íntimos. Ao menos quatro jovens, com idades entre 16 e 21 anos, denunciaram o rapaz.

Reitor afirma que medidas administrativas estão em curso e culpados serão punidos

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Reitor Minoru Kimpara lamenta ação ocorrida na Ufac
O reitor da UFAC, Minoru Kimpara, afirma que a suspensão foi adotada em virtude de atos de vandalismos e não, especificamente, pela queima da bíblia. Entre os atos de vandalismo foram registrados a quebra de vidros de janelas, portas, veículos e outros prejuízos ao patrimônio público. Kimpara disse que a suspensão das atividades culturais, especificamente as de apresentação musicais e de bandas, foi a forma mais sensata até que sejam discutidas alternativas para evitar novas ocorrências envolvendo vandalismo e consumo de bebidas alcoólicas nas dependências da universidade. As demais atividades culturais seguem conforme calendário da instituição.
Ele destacou ainda que está em curso um processo administrativo, que irá apurar as responsabilidades e identificar os autores dos atos de vandalismo ocorrido nas dependências da universidade. Ele assegurou que será dado o direito à ampla defesa dos envolvidos. Os encaminhamentos do processo culminará com uma Resolução Interna que irá impor regras, limites e responsabilidades aos acadêmicos, bem como as medidas punitivas de acordo com casos específicos àqueles que cometerem atos de vandalismo ou forem enquadrados em práticas ilícitas dentro da instituição de ensino superior.
”Essa medida preventiva (proibitiva) tem como objetivo evitar que ocorram novas brigas ou maiores incidentes e até casos de agressão nas dependências da universidade. É preciso que haja um controle maior na segurança dos estudantes que participam das atividades culturais e de lazer. Nossa meta é oferecer um ambiente atrativo dentro do espaço acadêmico, mas para isso é preciso atentar para cuidados com a segurança na realização desses eventos. Esses cuidados não são somente visando o bem patrimonial, mas principalmente a preservação da vida dos nossos acadêmicos e daqueles que visitam e participam das atividades culturais ofertadas na instituição”.

Reitor lamenta a queima da bíblia e diz que ato é um desrespeito as demais crenças

Quanto à queima da bíblia, Minoru disse lamentar e considerou o ato uma agressão às demais crenças. “É lamentável agredir a crença das pessoas, eu fiquei triste porque as pessoas tem o direito de crer ou não, de defender suas posições políticas, suas convicções, mas para tudo isso é importante o respeito. A Ufac é um espaço plural, lugar de cristãos e das pessoas de diferentes religiões, dos que creem e dos ateus também. Eu defendo uma Ufac uma sociedade e um estado laico que garanta a convivência respeitosa entre ateus e cristãos de diferentes religiosidades. A intolerância precisa ser exercida, sim, mas contra a corrupção e a miséria que a assola nosso pais e grande parte do mundo”.

AINDA BEM QUE EU NÃO SOU DEUS... No Acre, Jovem fuma folha da bíblia sagrada e publica nas redes sociais

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No Acre, a banalização em torno da Bíblia Sagrada parece não ter limites para muitos jovens, após um acadêmico atear fogo nas escrituras em plena apresentação musical que reunia adeptos do ateísmo numa programação cultural da Ufac e outro que promete atear fogo na bíblia em frente a sala da reitoria da Ufac em repúdio a suspensão das atividades musicais na referida universidade.

Agora foi a vez de outro jovem, Jonh Meckfild Potter, entrar na onda e fumar literalmente a bíblia sagrada. Em sua fanpage, o rapaz de Rio Branco, Acre, se auto intitula bruxo satanista e EMO, publicou na terça-feira,5, um foto com uma das páginas da bíblia enrolada em forma de cigarro, onde ele tragava as escrituras e afirmava estar “viajando na palavra De deus ué…kakakkakaka” (sic).
O que dá a entender que ele, possivelmente, teria utilizado algum tipo de droga não licita para enrolar na página da bíblia e fumá-la. Com veste negras e um acessório no nariz que imita um chifre, o jovem escreve acima da imagem a seguinte frase: “enfim a bíblia serviu pra alguma coisa”.
A atitude do jovem causou revolta em centenas de pessoas de sua rede e ainda outros que acabaram compartilhando em protesto a atitude desrespeitosa do rapaz, mas mesmo diante dos protestos, ele parece não se importar com as ofensas, tampouco com as considerações para que tenha respeito à palavra de Deus.
Na fanpage do rapaz não é possível identificar o local que estuda ou estudou, nem familiares. Em sua capa de apresentação, ele tem uma imagem demoníaca e parece ser avesso a qualquer tipo de religião, usa roupas negras, cabelos longos caindo sobre o rosto e unhas enormes.

sábado, 2 de maio de 2015

BATISMO NOVA CANAÃ - 01.05.15

O dia do trabalhador na Igreja Batista Nova Canaã foi marcado pelo Batismo de 18 Novos Membros e por um belo dia de lazer. 

Confira os melhores momentos.














































sábado, 18 de abril de 2015

TEATRO MASCARAS - 2015

PARA DESCONTRAIR

DEZ SINAIS INDICAM QUE O JOVEM ESTA USANDO DROGAS

  • Alterar o hábito alimentar ou de sono pode ser indício do uso de drogas
    Alterar o hábito alimentar ou de sono pode ser indício do uso de drogas
Pais de dependentes químicos ou de ex-dependentes, não raramente, culpam-se por ter percebido tarde demais que o filho estava usando drogas. Mas é normal que o adolescente tenha segredos e dificulte o acesso dos adultos a sua vida pessoal. O desafio é identificar quais comportamentos estão dentro do esperado para a idade e quais indicam problemas mais graves, como dependência química.
Os sinais abaixo não devem ser avaliados de maneira isolada, mas podem servir como indícios de que o jovem precisa de atenção extra.

1 - Mudar radicalmente de interesses

Quando a droga passa a ser mais atraente do que as outras atividades que o adolescente desenvolve –e das quais costumava gostar–, as preferências dele podem mudar radicalmente.
Ele pode, por exemplo, não querer mais praticar o esporte a que se dedicava ou não tocar mais um instrumento musical. Essas desistências, geralmente, acontecem, no caso de um dependente, sem que ele troque uma atividade por outra. A perda de interesse pelos hobbies ocorre sem motivo aparente.


2 - Apresentar queda no rendimento escolar

É comum que as notas do adolescente que usa drogas de forma contínua despenquem de uma hora para outra. Normalmente, o declínio é consequência das faltas seguidas às aulas ou ainda do uso de drogas durante o período letivo –os efeitos das substâncias químicas, evidentemente, impedem o jovem de absorver 100% do conteúdo.
"Ele pode estar cabulando aulas, deixando de estudar para as provas e de fazer trabalhos para ficar com a turma que usa drogas ou, então, para se isolar e usar sozinho", diz a psiquiatra da infância e adolescência Jackeline Giusti, do Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo). 

3 - Mostrar-se muito agressivo

O adolescente que usa drogas e tenta ocultar isso dos pais pode se tornar mais hostil. Mas é preciso detectar se o comportamento está fora do usual.
"É importante os adultos saberem que os jovens mudam muito de humor, independentemente de usarem drogas ou não", declara o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Tornar-se mais bravo ou nervoso não é, necessariamente, um efeito da droga, mas pode ser uma tentativa de ocultar o vício. "Quando os pais desconfiam que o filho está usando algo, costumam ficar mais inquisitivos e vigilantes. E o adolescente tenderá a reagir mostrando-se mais irritado e agressivo", diz Jackeline Giusti.

4- Trocar de amigos

Mudar o grupo de amigos, de uma hora para outra, é um indicativo de alteração de interesses e identificação. Talvez o jovem faça essa escolha devido a uma preferência recém-descoberta, como um novo gosto musical, mas isso também pode ter a ver com o uso de drogas. Por isso, é preciso acompanhar a vida do adolescente de perto: trazer os amigos do filho para reuniões em casa, buscá-lo ou levá-lo às baladas, além de ouvir o que ele tem a contar sobre os colegas.

5 - Relatar sensação de perseguição

De acordo com a psiquiatra Glaise Franco, especialista em infância e adolescência pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), muitas drogas aumentam a quantidade de dopamina no cérebro e esse excesso provoca sintomas psicóticos, como delírio e alucinação.
"Cocaína e crack são as drogas que mais predispõe a comportamentos paranoicos. Quem utiliza, muitas vezes, acredita que está sendo perseguido por uma pessoa ou por um grupo", afirma Glaise. Diante desse relato, o pai ou a mãe deve procurar ajuda porque, ainda que o filho não use substâncias viciantes, esse pode ser indício de um problema psiquiátrico mais grave.

6 - Pedir mais dinheiro do que o normal

Como não trabalha, um adolescente precisa recorrer ao dinheiro dos pais para sustentar o vício. Por isso, caso o filho peça mais verba do que o estimado para as necessidades da idade, fique de olho. Quando a dependência é grave, muitos jovens chegam a se desfazer de itens pessoais e de pertences de familiares, para conseguir comprar a droga.

7 - Alterar o hábito alimentar

É certo que a adolescência é um momento de muitas mudanças, inclusive no que diz respeito ao apetite. Muitos jovens passam a comer mais porque começam a praticar esportes ou por conta do desenvolvimento físico, típico da idade.
Alguns podem diminuir a quantidade de comida no prato pelo simples fato de que desejam emagrecer. Mas a droga também pode influenciar a rotina alimentar.
"O consumo excessivo de bebida alcoólica provoca falta de apetite e perda de peso, além do aumento do volume abdominal. Já a maconha aumenta a fome e o desejo por doces", fala Glaise.

8 - Dormir pouco ou muito

Álcool, maconha, solventes e heroína provocam sonolência. Enquanto ecstasy e cocaína exercem o efeito contrário. "No entanto, se observar que seu filho está dormindo muito, passa o dia todo deitado na cama e evita sair com colegas, é mais provável que ele esteja deprimido e não usando drogas", diz Jackeline Giusti.

9 - Apresentar a pupila dilatada

As drogas provocam diversas reações químicas no corpo e uma delas pode ser percebida no olhar, segundo Glaise. "As substâncias contidas em algumas drogas modificam a fisiologia humana por inteiro, alterando a pressão arterial, os batimentos cardíacos, o fluxo de sangue para os órgãos vitais e a musculatura do olho, que controla quanto de luz pode chegar até a nossa retina, provocando a dilatação ou a contração pupilar", diz a psiquiatra.

10 - Isolar-se dos familiares e amigos

Quando o adolescente se afasta do convívio com a família e mesmo com a turma com quem costumava andar, é preciso ficar atento, de acordo com Dartiu Xavier da Silveira.
"Quando o jovem torna-se dependente, o relacionamento com parentes e amigos pode deixar de ser prazeroso. Nesse estágio, ele só encontrará satisfação ao usar a substância. Os pais tendem a achar que os adolescentes que saem muito são os mais expostos a drogas, o que não é verdade. Os mais retraídos também estão tão ou até mais vulneráveis."