quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Homem compra escravas sexuais no Iraque para devolvê-las à família

Por razões de segurança, ele não pode ser identificado, mas um iraquiano anônimo vem sendo chamado de herói pela mídia cristã alternativa por realizar o impensável. Mesmo arriscando sua vida, ele tem entrado em regiões do Iraque controladas pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI) e comprado meninas cristãs, muçulmanas e yezidi que são vendidas como escravas sexuais para quem tiver dinheiro e interesse.
Após resgatá-las ele as ajuda a reencontrar suas famílias. No final do ano passado, foi divulgado um vídeo onde ele aparece levando para casa uma jovem yezidi e a devolve para o pai. A família não tinha noção de onde ela estava desde que fora sequestrada pelos soldados do EI.
Publicado originalmente pelo site Shoebat, multiplicou-se rapidamente na internet, chegando a quase 100 mil visualizações no primeiro mês.
Segundo o Shoebat, ele poderia ser considerado um “Moisés moderno”, que tem libertado escravos das garras de seus opressores. Não há detalhes de quantas meninas ele já salvou, mas trata-se de uma atitude nobre, que não recebe atenção dos meios de comunicação de massa.
Previsto pelo Alcorão na Sura 4:24, a prática é explicitada em tempos de guerra – como a que os soldados do EI acreditam estar lutando. A maioria de suas prisioneiras são cristãs e yazidies, uma minoria religiosa do Curdistão.
Relatos, como os da organização não governamental Humans Rights Watch, mostram testemunhos de mulheres que serviram como escravas contando que crianças também são compradas e vendidas.
Uma das edições da revista online Dabiq, publicada em inglês pelo EI justifica o uso de mulheres “infiéis” como escravas sexuais. O artigo intitulado de “A recuperação da escravidão antes da hora” afirma que o EI restabeleceu a escravidão em seu califado. Nos leilões, o preço varia. Quanto mais nova, maior o valor pedido.
Segundo o Daily Mail, existe uma espécie de tabela. Os valores são aproximados, considerando que o câmbio varia semanalmente.
Tabela---Preço-Escravas-do-EI
Assista:

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

PROJETO NATAL SEM FOME NOVA CANAÃ


























O Projeto Natal sem Fome Nova Canaã foi um sucesso! 
Varias famílias foram abençoadas com sacolões e roupas e com o principal, a Palavra de Deus.  

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Preso líder de seita demoníaca que estuprava menores

Preso líder de seita demoníaca que estuprava menoresImagem ilustrativa
Meninas faziam invocações, bebiam sangue de animais e tinham que matar um desafeto.
A Polícia Civil do Amazonas apresentou Renato Reis Fragata, 30 anos, como o líder de uma seita demoníaca. Ele é suspeito de ter violentado mais de 70 adolescentes, além de obriga-las a participar de rituais de magia negra.
Os crimes ocorreram nas cidades de Parintins e Iranduba, e foram desvendados após algumas vítimas fazerem denúncias. As adolescentes envolvidas têm entre 13 e 17 anos. O suspeito admitiu que teve relações sexuais, mas que era consensual. Ele conta que se aproximava das jovens na porta das escolas e fazia contatos por redes sociais. Diante dos repórteres limitou-se a dizer: “Eu represento Lúcifer na terra”.
Paulo Mavignier, delegado titular de Iranduba, relata: “Motivadas pela curiosidade, essas garotas acabavam aceitando participar do grupo satânico. Ele, então, repassava orações satanistas baixadas da internet para as vítimas e realizava rituais de iniciação. Para evoluírem na seita, as meninas tinham que fazer duelo de orações, beber sangue de animais, matar um desafeto e, por fim, manter relações sexuais com ele. Segundo o depoimento do Renato e de algumas vítimas, ao fazer sexo com ele, as garotas receberiam o poder que ele dizia ter, transformando essas meninas em bruxas”. Não há comprovações que nenhuma delas tenha cometido um homicídio, mas admitem terem seguido os rituais.
Em depoimento à polícia, ficou confirmado que ele manteve relações sexuais com 13 garotas em Iranduba e mais de 60 em Parintins. Algumas vezes, o contato sexual era feito nos cemitérios das cidades.
seitademoniaca Preso líder de seita demoníaca que estuprava menoresRENATO REIS FRAGATA
Renato vai responder pelos crimes de estupro de vulnerável, corrupção de menores e por divulgação de material pornográfico de adolescentes. A polícia investiga um caso de aborto realizado pelo suspeito.
“Uma das meninas engravidou de outro homem e o próprio Renato acabou realizando um procedimento de aborto. Segundo ele, o aborto teria sido feito através de uma oração, mas isso ainda estamos investigando”, esclarece o delegado Mavignier.

A força política dos evangélicos

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A igreja católica há muito tempo deixou de ser a queridinha do governo petista do Acre. A vez agora é dos evangélicos.
Católico de berço, integrante do Encontro de Casais com Cristo, o ECC, e devoto de São Sebastião, o governador do Acre, Sebastião Viana, deixou sua devoção e paixão religiosa de lado e na nova composição de governo que passa a comandar o Estado a partir de 1º de janeiro, colocou pastores e membros influentes de igrejas evangélicas do Acre.
As orações dos padres Leôncio Asfury e Massimo Lombardi, petistas declarados, não foram fortes o suficiente para manter a cota de cargos da igreja católica. Antônio Torres, membro fiel da igreja, que nos últimos quatro anos comandou a Secretaria de Desenvolvimento Social, perdeu o cargo.
A indicação de Gabriel Maia para a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social parece que pegou muita gente de surpresa, um deles, o atual secretário Antônio Torres usou as redes sociais para dizer que amanheceu o dia de hoje entregando seus passos para Deus.
“E, após o anúncio da nova equipe de governo, agradeço ao Senhor pela oportunidade de ter sido secretário de Desenvolvimento Social nesses quatro anos (2011-2014)”, disse Antônio Torres.
Em texto melancólico, Torres  afirma que vai continuar contribuindo com as boas mudanças e alimenta uma esperança de ser nomeado para segundo ou terceiro escalão: “meu coração estará sempre motivado a contribuir para as boas mudanças do Nosso Estado, independente da missão que me for confiada”, concluiu.
Na composição, o líder da Igreja Batista do Bosque, pastor Agostinho Gonçalves, mostrou que tem mais poder de fogo que todos os partidos nanicos juntos. Agostinho é padrinho de Jamyl Asfury, que passa a comandar a partir de janeiro a Secretaria de Habitação do Estado, e de Gemil Júnior, ex-gerente da Amazongás, também membro da IBB, que será o novo diretor-presidente do Detran.
A Universal do Reino de Deus é representada por Diego Rodrigues, que vai para o Procon. O pastor Henry Nogueira, candidato derrotado pelo PDT nas últimas eleições, esse da cota pessoal do governador Sebastião Viana, será secretário de Pequenos Negócios.
O pastor Rodson, presidente da Batista da Liberdade, assessor de Sebastião Viana, vai dirigir o Pronto Socorro a partir de janeiro. Apesar de pastorear uma denominação pequena, Rodson já presidiu a Associação dos Ministros Evangélicos do Acre, a Ameacre, e é uma espécie de interlocutor entre evangélicos de menos expressão e o Palácio Rio Branco.
Da Igreja Renovada, a jornalista Rachel Moreira, é outra evangélica do primeiro escalão. Ela permanece como secretária de Turismo do governo de Sebastião Viana. Seu irmão, o deputado Astério Moreira, que professa a mesma fé, quando deixar o parlamento irá para a subsecretaria adjunta de Comunicação do Estado.
Mas a aliança política/religiosa de Sebastião tem explicação.
O petista na verdade estaria de olho na legião de evangélicos que atualmente tem o Acre e que a cada dia é mais crescente. De acordo com último censo do IBGE, Rio Branco é a capital mais evangélica do País. Só na capital são cerca de 1.340 templos. O Acre possui hoje, segundo o Instituto, 239.589 mil protestantes, o equivalente a 39% da população total do estado.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Caça às bruxas na Tanzânia mata 500 pessoas por ano

Caça às bruxas na Tanzânia mata 500 pessoas por anoCaça às bruxas na Tanzânia mata 500 pessoas por ano
Embora a maioria da população da Tanzânia seja cristã, a bruxaria na forma de rituais de invocação de espíritos e forças da natureza, ainda é muito comum. De acordo com o Centro de Leis e Direitos Humanos do país, anualmente ocorrem em média 500 mortes violentas por causa dessa prática. Perto de três mil mulheres foram linchadas entre 2005 e 2011.
No mês passado, sete mulheres foram queimadas vivas na região de Kigoma. Cinco delas tinham mais de 60 anos. Elas foram atacadas por um grupo de homens armados que as agrediram e depois as queimaram. Há registros de casos que incluem decapitações e esquartejamentos.
As denúncias sobre o aumento de assassinatos dos acusados de bruxaria já chegaram até as Nações Unidas. Em 2012, foram 630. Crescendo para 765 em 2013. Cerca de dois terços são mulheres.
Para Maia Green, antropóloga da Universidade de Massachusetts, que fez sua tese de doutorado sobre a situação na Tanzânia, a origem da perseguição está no ensinamento de cristãos e muçulmanos, as religiões mais numerosas do país. Ambas associam a prática da bruxaria com a adoração a espíritos malignos (demônios).
Sobretudo na zona rural, toda vez que acontece algo inexplicável (doenças, acidentes, secas ou safra ruim) a culpa recais sobre as pessoas que reconhecidamente realizam rituais. Muitos são curandeiros e acabam sendo perseguidos pelos moradores que em algum momento já recorreram a seus serviços.
O problema é antigo. O governo aprovou uma Lei de Bruxaria em 1982, na tentativa de evitar a perseguição e morte dos seus praticantes. Porém, muitos especialistas afirmam que isso só reforçou a ideia de que a bruxaria é “indesejável”, sendo necessário “castigar quem a pratica”. 

Cristãos libaneses pegam em armas para combater Estado Islâmico

Cristãos libaneses pegam em armas para combater Estado IslâmicoCristãos libaneses pegam em armas para combater EI
Semana passada, o chefe da Frente Al Nusra, grupo terrorista ligado à Al Qaeda, mandou um recado para o vizinho Líbano: “a verdadeira batalha vai começar em breve”. Isso já é esperado por Rifaat Nasrallah, um dos líderes do exército cristão de resistência ao Estado Islâmico (EI). Acampados na pequena aldeia de Ras Baalbek, no Líbano, sua milícia tem se mostrado eficiente ao impedir o avanço dos extremistas para o território libanês.
“Se não fosse por nós, seria uma Mosul para os cristãos no Líbano”, explica Nasrallah, lembrando do massacre ocorrido na vizinha Síria. Após saber que os militantes islâmicos estavam matando, crucificando e decapitando a população cristã do norte do Iraque e na porção ocidental da Síria, alguns grupos de cristãos do Líbano decidiram pegar em armas, dizendo que se recusam a passar pela mesma situação.
Nasrallah, um veterano da guerra civil do Líbano, reuniu pela primeira vez seu pequeno exército após soldados islâmicos do grupo Frente al-Nusra conseguir invadir sua cidade durante o verão, saqueando empresas e residências pertencentes a cristãos.
Em agosto, a apenas alguns quilômetros ao sul de Ras Baalbek, cidade fronteiriça de Arsal foi invadida por grupos rebeldes, incluindo militantes da al-Nusra e do EI. Os combatentes cristãos esperavam uma invasão do Líbano. Para garantirem sua segurança, fizeram o impensável, aliaram-se temporariamente com membros do Hezbollah, que não querem ver o EI em seu território.
De fato, o Hezbollah, que é aliado do Irã e do presidente sírio Bashar al-Assad, tem participado abertamente da guerra civil síria desde 2013, lutando contra grupos rebeldes.  O governo não apoia a formação de milícias, mas reconhece que o exército não tem conseguido garantir sozinho a inviolabilidade das fronteiras.
Para Nasrallah e seu grupo essa não é uma questão apenas religiosa: “Não somos convidados no Oriente Médio. Nós somos os proprietários dessa região”. Para ele, não existe contradição entre ser cristão e pegar em armas para se defender.
O Líbano é o país com maior proporção de cristãos no Médio Oriente, são cerca de 50% dos seus 3,5 milhões de habitantes. Desde o fim da guerra civil (1975-1990), por lei, o chefe das Forças Armadas do Líbano, deve ser um cristão maronita. Nenhuma das outras religiões libanesas questiona isso. Historicamente sempre reuniu muçulmanos xiitas e sunitas, drusos e cristãos (ortodoxos, armênios, maronitas e melquitas).